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Justiça

Biomédica Lorena Marcondes pode ser julgada por morte de paciente em Divinópolis

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 16:51
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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A biomédica Lorena Marcondes pode ser levada a júri popular pela morte de Íris Martins durante um procedimento estético em sua clínica, localizada no Centro de Divinópolis, em maio de 2023.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) está analisando a denúncia contra Lorena para verificar se há indícios suficientes para o julgamento. A paciente, que tinha 46 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória durante o procedimento.

A Polícia Civil indiciou Lorena por homicídio doloso qualificado, enquanto o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) a denunciou por homicídio por dolo eventual e fraude processual.

O advogado de Lorena, Fabiano Lopes, informou que a audiência ainda não foi concluída, pois algumas testemunhas não compareceram. Entre as que prestaram depoimento, nenhuma confirmou que Lorena realizava lipoaspiração, afirmando que ela realizava um procedimento chamado lipolaser, autorizado para profissionais da biomedicina.

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““Lorena também não foi ouvida nesta etapa. Após o encerramento da fase de instrução, o juiz abrirá prazo para que as partes apresentem as alegações finais”, disse o advogado.”

No início de março de 2026, Lorena, o Ministério Público, vítimas e testemunhas participaram de uma audiência com o juiz Ivan Pacheco de Castro, da Primeira Vara Criminal de Divinópolis, para analisar provas e decidir a forma do julgamento.

Além do processo atual, Lorena já foi condenada em outros dois casos por erros graves em procedimentos estéticos. Em fevereiro de 2025, foi condenada por deformar a boca de um modelo durante um preenchimento labial e, em março do mesmo ano, recebeu nova sentença por erro em um procedimento de harmonização facial, com indenização de R$ 565 mil a um paciente.

A morte de Íris Martins levou à interdição da clínica pela Vigilância Sanitária e à prisão preventiva de Lorena, que foi convertida em prisão domiciliar. Atualmente, ela cumpre medidas cautelares, incluindo comparecimento mensal à Justiça e proibição de contato com testemunhas.

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