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Justiça

‘Boi Fantasma’: esquema de fraude no cadastro de bois é investigado no Paraná

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 09:47
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná (MP-PR) investiga um esquema de fraudes no cadastro de bois na Agência de Defesa Sanitária do Paraná (Adapar) em Jaguariaíva, na região dos Campos Gerais. A operação, chamada ‘Boi Fantasma’, ocorreu na terça-feira (10) e visava beneficiar uma empresa de leilões em Ibaiti, no norte pioneiro do estado.

De acordo com informações apuradas, animais que não existiam ou que eram de outras regiões eram registrados ilegalmente. Isso permitia que os beneficiados vendessem gado de origem duvidosa como se estivesse regularizado. O Gaeco identificou que os registros eram feitos por uma funcionária pública da Prefeitura de Jaguariaíva, cedida à Adapar, que inseria dados falsos em sistemas da agência em troca de propina.

As residências da servidora em Jaguariaíva e da empresa em Ibaiti foram alvos de mandados de busca e apreensão. As investigações começaram em julho de 2024, após um relatório do próprio órgão de defesa sanitária, que indicava que a funcionária realizava cadastramentos fraudulentos a pedido de uma empresa de leilões.

O MP-PR informou que as transações eram feitas sem documentação comprobatória e para criadores fora da área de atribuições da servidora, com o registro de novos animais e a expedição imediata de Guias de Trânsito Animal (GTAs). Durante as investigações, foram encontradas evidências das fraudes e do recebimento de vantagens indevidas pela servidora, que teria recebido cerca de R$ 8 mil ao longo de um ano.

Com os itens apreendidos, o Gaeco busca identificar outras pessoas que participaram e se beneficiaram das fraudes. Os envolvidos podem responder por corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica na emissão de GTAs e inserção de dados falsos nos sistemas da Adapar.

A Adapar informou que a servidora investigada não trabalha mais na agência e que aguarda comunicação oficial sobre a operação para analisar os fatos. A Prefeitura de Jaguariaíva também afirmou que ainda não teve acesso ao processo da investigação e que aguarda para tomar as providências administrativas necessárias.

TAGGED:Agência de Defesa Sanitária do ParanáCorrupçãofraudeFuncionária públicaGadoGrupo de Atuação Especial de Combate ao Crime OrganizadoIbaitiJaguariaívaJustiçaMinistério Público do ParanáParaná
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