Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Burnout é fenômeno ocupacional, não doença, afirma especialista
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Saúde

Burnout é fenômeno ocupacional, não doença, afirma especialista

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de março de 2026 05:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O burnout foi reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como um fenômeno ocupacional, e não como uma doença. Esta informação foi apresentada pelo psiquiatra Rodrigo Bressan, da Universidade Federal de São Paulo, durante o programa CNN Sinais Vitais.

De acordo com os psiquiatras entrevistados, o burnout está classificado na CID-11 (Classificação Internacional das Doenças) como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças, e não como uma condição clínica propriamente dita. “O burnout não é uma doença na classificação internacional das doenças. Ele é um fator de risco para você ter uma doença”, esclareceu Bressan.

O fenômeno é caracterizado por três elementos fundamentais: a exaustão emocional ligada ao trabalho; o cinismo, que se manifesta quando o trabalhador passa a ter uma relação distante com suas atividades profissionais; e a queda de produtividade, quando a pessoa não consegue mais sentir o valor do seu trabalho, mesmo se esforçando muito.

O psiquiatra Gustavo Estanislau, do Instituto Ame Sua Mente, também destacou a importância de diferenciar o burnout de outras condições como o estresse cotidiano e a depressão. O estresse é um estado de alerta natural que pode causar sintomas transitórios como insônia ou dificuldade de concentração. Já o burnout representa um nível de estresse muito mais intenso e contínuo, gerando prejuízos significativos na vida profissional e pessoal.

Quanto à diferença entre burnout e depressão, o principal fator distintivo é que o burnout está especificamente vinculado ao ambiente de trabalho. “Geralmente a depressão vai aparecer em uma série de contextos diferentes do trabalho. No burnout, é bastante comum que quando a pessoa se afasta do trabalho, ela sinta um certo alívio”, explicou Estanislau.

Os especialistas alertaram ainda para a banalização do termo burnout. Muitas pessoas utilizam a expressão para descrever um simples cansaço após dias de trabalho intenso, quando na verdade o fenômeno representa um quadro muito mais grave e persistente. Entre 40% e 80% dos casos de burnout estão associados a transtornos de ansiedade ou depressão, o que explica a frequente confusão entre essas condições.

TAGGED:Gustavo EstanislauInstituto Ame Sua MenteRodrigo BressantrabalhoTranstornos MentaisUniversidade Federal de São Paulo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior IA Cria Vacina Contra Coronavírus em Teste Humano
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?