Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cachoeira da Murimbeca no Ceará apresenta fenômeno que parece desafiar a gravidade
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência

Cachoeira da Murimbeca no Ceará apresenta fenômeno que parece desafiar a gravidade

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 12:17
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Imagens gravadas no Parque Nacional de Ubajara, na Serra da Ibiapaba, no Ceará, mostram um fenômeno que parece desafiar a gravidade: a água da Cachoeira da Murimbeca “sobe” em vez de cair. O vídeo foi registrado por Júnior Aguiar e divulgado nesta quarta-feira (11).

Nas imagens, rajadas de vento empurram a água para cima, criando a impressão de que a queda d’água está invertida. O doutorando em física da UFPE, Arthur Felinto, explica que a combinação entre vento forte e a pulverização da água durante a queda causa esse efeito.

““A princípio, o primeiro fenômeno que chama atenção é a pulverização da água – a formação de gotículas suspensas no ar. Isso acontece devido às rajadas de vento, fortes o suficiente para ter um efeito de cisalhamento na superfície do líquido em queda”, disse Felinto.”

O pesquisador detalha que o cisalhamento ocorre quando camadas de fluidos se movem em velocidades diferentes, gerando tensão entre elas. “O cisalhamento é a tensão nesse caso de camadas de fluidos que deslizam entre si. Se ficar mais fácil, pode-se falar no atrito entre o vento e a água”, afirmou.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Esse processo permite que o vento transporte parte da água já fragmentada em pequenas gotas, criando o efeito visual de subida. “Com esse efeito mecânico, o vento consegue carregar na sua direção a água em suspensão e a água da cachoeira sobe”, explicou.

Fenômenos semelhantes também ocorrem em ambientes marinhos. Felinto compara o processo ao spray formado nas ondas do mar quando o vento arrasta partículas de água. “O efeito spray é comum tanto nas cachoeiras quanto no oceano. Basta pensar no spray d’água visto nas praias ou em passeio de barco”, afirmou.

Embora o fenômeno registrado em Ubajara tenha chamado a atenção nas redes sociais, ele não é inédito do ponto de vista científico. “Claro, não menos lindo e admirável. Mas é ‘comum’ pelo fato de ser compreensível do ponto de vista físico e já ter sido inclusive gravado em diversos lugares”, concluiu o físico.

A Cachoeira da Murimbeca, localizada dentro do Parque Nacional de Ubajara, é conhecida por suas paisagens e trilhas que permitem contato direto com a natureza da Serra da Ibiapaba.

TAGGED:ÁguaArthur FelintoCachoeiraCachoeira da MurimbecaCearáCiênciaNordesteUbajaraUniversidade Federal de Pernambuco
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior ACP Abre Palácio do Comércio para Projeto Circular em Belém
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?