Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cais do Valongo completa 15 anos de redescoberta com análise de objetos arqueológicos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cultura

Cais do Valongo completa 15 anos de redescoberta com análise de objetos arqueológicos

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de março de 2026 06:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O Cais do Valongo, local de chegada de mais de 1 milhão de africanos escravizados no Brasil, completou 15 anos de redescoberta no dia 26 de fevereiro. O achado histórico revelou cerca de 1,5 milhão de objetos arqueológicos que estão sendo analisados por arqueólogos.

Os itens, que ajudam a contar a história da cidade, estão armazenados no Laboratório Aberto de Arqueologia Urbana (LAAU), localizado no Armazém Docas André Rebouças, em frente ao Valongo. A Unesco exigiu a criação de um centro de interpretação dos achados quando o local foi reconhecido como patrimônio da humanidade.

Os objetos encontrados variam de âncoras e canhões a sapatos, garrafas, utensílios, amuletos, brinquedos e ossos de animais. Aproximadamente 500 mil itens têm ligação direta com o Cais do Valongo e incluem elementos da religiosidade e cultura dos africanos trazidos ao Brasil.

O acervo está organizado em 12 contêineres com temperatura controlada. A equipe do LAAU, composta por seis profissionais, já confirmou o valor arqueológico de todos os itens. O próximo desafio é aprofundar a pesquisa em 60% dos objetos, cruzando informações para entender a história de cada um.

Um exemplo é uma garrafa inglesa de graxa, encontrada a 2 a 3 metros de profundidade, cuja marca foi identificada como Warren, vendida em 1826. Pesquisadores também analisam uma caixa com referências à Escócia e sapatos do século XIX, que eram posses de pessoas abastadas.

O gerente de arqueologia do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Helder Viana, destacou a importância da colaboração de outras instituições na pesquisa. Pesquisadores interessados podem agendar visitas ao LAAU para estudar os objetos.

O prédio onde os itens são analisados foi projetado pelo engenheiro André Rebouças e inaugurado em 1871. Recentemente, o Governo Federal anunciou um investimento de R$ 86,2 milhões para restaurar o edifício, que se tornará um centro cultural voltado à memória afro-brasileira.

A Prefeitura já investiu mais de R$ 20 milhões desde 2014 na conservação e pesquisa do acervo do Valongo, que fica na antiga Pequena África. O projeto Porto Maravilha, em andamento, visa reurbanizar a região e atrair novos moradores.

TAGGED:André RebouçasarqueologiaCais do ValongoculturaHelder VianaHistóriaInstituto Rio Patrimônio da HumanidadepatrimônioRio de JaneiroUnesco
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Idoso é resgatado de carro submerso em temporal no RS
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?