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Leitura: Os 5 principais riscos para o Brasil com a guerra no Irã
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Economia

Os 5 principais riscos para o Brasil com a guerra no Irã

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 12:13
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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A guerra no Irã, iniciada em 28 de fevereiro de 2026, com ataques dos Estados Unidos e Israel, provocou uma alta significativa nos preços do petróleo. O barril de Brent, que estava em cerca de 73 dólares, ultrapassou os 100 dólares, uma elevação de 37%.

O fechamento do Estreito de Ormuz, responsável por um quinto do petróleo consumido globalmente, aumenta o risco de que o preço do barril alcance entre 120 e 150 dólares. Em 2022, o valor do petróleo já havia superado os 130 dólares após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Os impactos econômicos da guerra vão além do aumento dos combustíveis e afetam países distantes do conflito. A seguir, estão os cinco principais riscos que a intensificação da guerra no Irã representa para o Brasil:

  1. Política de preços da Petrobras: O aumento do petróleo coloca a Petrobras em um dilema. No dia 9 de março, a defasagem entre os preços da estatal e o mercado internacional era de 2,74 reais por litro de diesel e 1,22 real na gasolina, conforme a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom). A empresa não reajustou o diesel há mais de 300 dias. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, indicou que a companhia evitará aumentar os preços no curto prazo devido a “movimentos nervosos” do mercado. A pressão por reajustes é crescente, com refinarias privadas aumentando o diesel em até R$ 0,57 por litro na semana anterior.
  2. Política de juros do Banco Central: O Copom manteve a taxa Selic em 15% ao ano na reunião de janeiro de 2026, com expectativa de cortes em março. Contudo, a guerra alterou esse cenário. O diretor de política monetária do Banco Central, Nilton David, afirmou que a autarquia “não pode ignorar” as consequências do conflito ao calibrar os juros. O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, alertou que a guerra pode “antecipar a parada” do ciclo de cortes de juros, especialmente se a inflação superar 3,5%.
  3. Exportações brasileiras: O Oriente Médio é um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro, com 12,4 bilhões de dólares em produtos agrícolas exportados em 2025, sendo o Irã o maior comprador individual de milho. O bloqueio do Estreito de Ormuz e o cancelamento de coberturas de seguro para embarcações na região aumentaram os custos de frete e seguro, dificultando as exportações. Dez embarcações aguardavam para carregar mais de 600 mil toneladas de soja e farelo com destino ao Irã.
  4. Fornecimento de fertilizantes: O Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, e o Oriente Médio é responsável por uma grande parte das exportações globais de ureia. O Irã, por sua vez, representa cerca de 11% da ureia comercializada internacionalmente. O desabastecimento desses insumos pode prejudicar a produção agrícola brasileira.
  5. Diplomacia brasileira: A guerra no Irã coloca o Brasil em uma posição diplomática delicada, entre a necessidade de manter relações construtivas com os Estados Unidos e a solidariedade com o Irã, membro dos Brics. O Itamaraty condenou os ataques ao Irã, mas evitou críticas diretas ao governo americano. O conflito expôs fissuras dentro do Brics, com Brasil, China e Rússia condenando os ataques, enquanto Índia e membros árabes adotaram posturas neutras.
TAGGED:Argus MediaAssociação Brasileira de Importadores de CombustíveisBanco CentralEconomiaGuerraInsper Agro GlobalMagda ChambriardNilton DavidPetrobrasPetróleoRogério CeronStoneX
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