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Cleitinho Azevedo lidera cenários de 1º turno para governo de Minas Gerais

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) lidera todos os cenários para o cargo de governador de Minas Gerais, segundo levantamento do Real Time Big Data divulgado nesta sexta-feira (13).

No primeiro cenário, Cleitinho é favorito com 34% das intenções de votos. O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) aparece em segundo lugar com 19%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) com 11%. O vice-governador de MG, Matheus Simões (PSD), tem 9%, enquanto o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB) e o ex-deputado Vittorio Medioli (PL) somam 7% cada. O jornalista Ben Mendes (Missão) registra 1% das intenções de voto. Os votos nulos e brancos são 6%, assim como o percentual dos que não sabem ou não responderam.

No segundo cenário, Cleitinho mantém a liderança com 38% dos votos. Pacheco continua em segundo com 19%, Kalil com 12%, Simões com 9% e Azevedo com 7%. O empresário Flavio Roscoe (sem partido) contabiliza 3%. Votos nulos e brancos permanecem em 6%, assim como os que não sabem ou não responderam.

No terceiro cenário, Cleitinho segue à frente com 39% das intenções de votos. Pacheco tem 24%, Simões 11% e Azevedo 8%. Os votos nulos ou brancos são 8% e 10% não sabem ou não responderam.

No quarto cenário, Cleitinho aparece com 40% dos votos. Kalil tem 19%, enquanto Simões e Azevedo alcançam 13% e 9%, respectivamente. Votos nulos ou brancos são 9% e 10% não sabem ou não responderam.

Um cenário sem Cleitinho indica que Pacheco tomaria a liderança com 30% das intenções de voto. Simões alcançaria 18% e Azevedo 12%. Votos nulos e brancos são 10% e 30% não sabem ou não responderam.

No sexto cenário, Kalil lidera com 25%. Simões tem 19% e Azevedo 13%. Os que votariam nulo ou branco são 11% e os que não sabem ou não responderam somam 32%.

O último quadro testa um embate direto entre Pacheco e Simões, onde Pacheco alcança 34% e Simões 21%. Votos nulos ou brancos são 11% e 34% não sabem ou não responderam.

A metodologia do levantamento envolveu entrevistas com 2.000 eleitores entre os dias 10 e 11 de março, com margem de erro de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05044/2026.

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