Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Conflito no Oriente Médio provoca alta nos preços de grãos e petróleo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Conflito no Oriente Médio provoca alta nos preços de grãos e petróleo

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 08:45
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 5 min.
Compartilhar

A intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio provocou forte volatilidade nos mercados internacionais nesta segunda-feira, 9 de março de 2026, com reflexos diretos nas cotações de grãos negociados na bolsa de Chicago, que apresentaram forte alta.

O barril de petróleo chegou a superar US$ 100 e, em momentos da abertura da semana, aproximou-se de US$ 120. O aumento ocorre após dez dias de escalada militar na região do Golfo Pérsico, enquanto o Estreito de Ormuz permanece bloqueado, apesar das tentativas dos Estados Unidos de restabelecer o tráfego marítimo.

Com a interrupção parcial das rotas, petroleiros e navios de carga seguem retidos no Golfo Pérsico. Ao mesmo tempo, países produtores como Iraque e Kuwait enfrentam paralisações parciais na produção devido à saturação de estoques, ampliando os riscos para o abastecimento global de energia.

Segundo análise do consultor Luiz Pacheco, da TF Consultoria Agroeconômica, a reação nos mercados de commodities foi imediata. O petróleo tipo WTI acumulou alta semanal de 35,6%, movimento que repercutiu também nos preços agrícolas. Na bolsa de Chicago, os fundos de investimento retomaram compras no fim da semana passada, impulsionados pelo avanço do petróleo e pelas preocupações com o fornecimento global de fertilizantes.

- Publicidade -
Ad imageAd image

““O Golfo Pérsico responde por uma parcela significativa da produção global de gás, ureia e enxofre. Isso impulsionou os preços dessas commodities estratégicas. A alta dos preços da energia, o impacto potencial sobre os fertilizantes e o ambiente inflacionário estão criando condições que podem incentivar maiores investimentos de fundos em commodities agrícolas”, explicou Pacheco.”

Entre os grãos, o trigo apresentou as maiores altas e alcançou o nível mais elevado desde meados de 2014, apoiado também pela cobertura de posições vendidas anteriormente acumuladas por fundos. O milho chegou a registrar o maior preço em cerca de dez meses, embora tenha recuado posteriormente. A consultoria Granar acrescentou que a alta do milho é impulsionada pela demanda do etanol.

““Tanto é assim que, diante dessa conjuntura, legisladores dos principais Estados agrícolas dos EUA voltam a pedir a aprovação de uma lei de emergência que permita a venda do E-15 durante todo o ano, já que isso estimularia a demanda interna por milho”, afirmou a consultoria.”

Após completar na sexta-feira a quinta semana consecutiva de alta, a soja voltou a subir com força no pregão noturno de Chicago, impulsionada novamente pelo óleo de soja, que continua a trajetória de alta que o levou ao nível de preços mais alto em dois anos. O óleo de soja acumulou valorização semanal de 7,65% no contrato com vencimento em maio de 2026 em Chicago.

Outros mercados ligados ao setor energético também reagiram, como o óleo de palma da Malásia, que registrou forte alta, pontuou Pacheco. Segundo a Granar, nesse momento, “não há outra razão [para a alta do complexo soja] além das consequências da guerra que, ao disparar as cotações do petróleo e, com elas, os preços dos combustíveis, abriram espaço para um maior impulso aos biocombustíveis, a fim de amenizar os possíveis efeitos inflacionários do aumento do petróleo”.

“Será importante observar, no restante do pregão, a atitude dos investidores caso se confirme a trajetória de queda do setor bursátil, pois isso poderia abrir alguma janela para realização de lucros no mercado de grãos”, pontuou a consultoria.

O cenário de alta do petróleo e possível impacto nos fertilizantes também ocorre em meio a um ambiente de maior aversão ao risco nos mercados financeiros globais. Bolsas de valores na Ásia, Europa e Estados Unidos registraram quedas, enquanto o dólar se fortaleceu como ativo considerado mais seguro, pontuou o analista.

No Brasil, o aumento do preço do diesel começa a gerar preocupação nos setores agrícola e de logística, especialmente em um período de intensificação do escoamento da safra. No curto prazo, a atenção do mercado também se volta para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para esta terça-feira, 10 de março de 2026. A expectativa, no entanto, é de que o documento tenha impacto limitado, já que o foco dos investidores permanece na evolução do conflito no Golfo Pérsico e em seus possíveis efeitos sobre os mercados de energia e commodities agrícolas.

TAGGED:conflitoEconomiaEstados UnidosGolfo PérsicoGranarGrãosLuiz PachecomercadosPetróleoTF Consultoria Agroeconômica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Polícia apreende 200 mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo no Rio
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?