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Meio Ambiente

Conflito no Oriente Médio ameaça 500 milhões de aves migratórias

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de março de 2026 10:49
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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O conflito entre Irã, EUA e Israel, em março de 2026, afeta a migração de milhões de aves que cruzam o Vale do Jordão e o deserto do Negev, um dos principais corredores ecológicos do planeta.

Estima-se que mais de 500 milhões de aves atravessem essa região anualmente. No entanto, a guerra transformou uma rota histórica de descanso em uma zona de perigo extremo, com explosões e a atividade de veículos aéreos não tripulados.

O Prof. Yossi Leshem, do Departamento de Zoologia da Universidade de Tel Aviv, aponta que o maior desafio não é apenas o risco de colisão, mas a desorientação das aves. Ele destaca que a migração é um evento de precisão matemática.

““As aves, especialmente grandes planadoras como a Cegonha-branca e o Pelicano-branco, dependem de correntes térmicas ascendentes para economizar energia”, afirma Leshem.”

Estudos entre 2024 e 2026 mostraram que as Águias-gritadeiras estão realizando desvios significativos para evitar zonas de conflito. Dados indicam que as aves não apenas mudam a rota, mas também alteram a altitude de voo e reduzem as paradas para descanso.

Durante o conflito na Ucrânia, águias monitoradas aumentaram suas rotas em média 85 quilômetros. No Oriente Médio, o efeito é semelhante. O relatório técnico da KKL-JNF e da SPNI destaca que “as aves chegam exaustas” devido aos desvios.

““Para uma ave que já atravessou o Saara, 50 ou 100 quilômetros extras podem significar a incapacidade de encontrar um parceiro ou de botar ovos viáveis ao chegar no destino”, diz o relatório.”

A poluição luminosa e as interferências tecnológicas também criam barreiras invisíveis. A ONU alerta que a iluminação artificial intensa desorienta as aves que utilizam as estrelas para navegação, levando-as a colidir com infraestruturas.

Além disso, o uso de jamming militar pode interferir na magnetorecepção das aves de rapina, dificultando sua localização. A Universidade de Tel Aviv aponta que os radares de defesa aérea têm dificuldade em distinguir seres vivos de ameaças tecnológicas, aumentando o risco de “fogo amigo” contra a fauna.

A morte ou o enfraquecimento dessas aves pode ter um efeito cascata global. As aves de rapina controlam pragas agrícolas na Europa, enquanto cegonhas e pelicanos são cruciais para a polinização e o equilíbrio de zonas úmidas na África.

““O silêncio das asas” é um indicador de um choque ecológico que afetará a agricultura e a biodiversidade de países distantes da zona de guerra.”

TAGGED:aves migratóriasBiodiversidadeconflitoIsraelKKL-JNFMeio AmbienteONUpoluição luminosaSPNIUniversidade de Tel AvivVale do JordãoYossi Leshem
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