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Justiça

CPI do Crime Organizado quebra sigilo de fundo que adquiriu ações de resort da família Toffoli

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 18:38
Amanda Rocha
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Tempo: 1 min.
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A CPI (comissão parlamentar de inquérito) do Crime Organizado aprovou nesta terça-feira (18) a quebra dos sigilos do fundo que adquiriu ações do Tayayá Resort, pertencentes a uma empresa ligada à família do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal).

O requerimento foi apresentado pelo senador Sergio Moro (União-PR) e tem como alvo o Fundo Arleen, que era administrado pela Reag, investigada pela Polícia Federal por envolvimento em um esquema de desvio de recursos do Banco Master.

O fundo de investimento fez um aporte milionário para a compra de ações do Tayayá Resort, que anteriormente pertenciam à Maridt Participações S.A. De acordo com registros da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de outubro de 2025, o investimento foi realizado pela Arleen Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia.

O ministro Dias Toffoli admitiu ser sócio da Maridt e afirmou que desconhece o gestor da Arleen, além de não ter qualquer relação de amizade com Vorcaro. Toffoli também declarou que nunca recebeu valores do banqueiro ou de seu cunhado, Fabiano Zettel.

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““Nunca mantive relação de amizade, muito menos amizade íntima, com Vorcaro”, disse o ministro.”

TAGGED:CPI do Crime OrganizadoCVMDias ToffoliFundo ArleenJustiçaPolíticaReagSérgio MoroTayayá Resort
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