Defesa confirma morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, morreu na sexta-feira (6) em Belo Horizonte. A informação foi confirmada pela defesa dele.

Mourão estava internado no centro de terapia intensiva (CTI) do Hospital João 23 desde a última quarta-feira (4), após uma tentativa de suicídio na prisão. A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais informou que havia suspeita de morte cerebral.

O advogado de Mourão, Robson Lucas, declarou que o quadro clínico do preso se agravou e que o óbito foi declarado às 18h55, após o encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado por volta das 10h do mesmo dia.

Na manhã da última quarta-feira, Mourão foi levado para a carceragem da Polícia Federal (PF) em Belo Horizonte após cumprimento de mandado de prisão emitido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a PF, Mourão atentou contra a própria vida e foi reanimado por policiais responsáveis pela custódia.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e Mourão foi encaminhado ao hospital. As investigações indicam que Mourão atuava como ajudante do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master, que também foi preso na quarta-feira durante a operação da PF.

Sicário era responsável pelo monitoramento e obtenção de informações sigilosas de pessoas consideradas adversárias dos interesses do banqueiro.

O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntariamente e gratuitamente todas as pessoas que desejam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

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