Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Defesa de Jairinho pede adiamento do julgamento do caso Henry Borel
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Defesa de Jairinho pede adiamento do julgamento do caso Henry Borel

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 16:47
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A defesa do ex-vereador carioca Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) o adiamento do julgamento no Tribunal do Júri, marcado para o final deste mês. O pedido foi protocolado na terça-feira, 10 de março de 2026, e está sob análise do ministro Messod Azulay Neto, que ainda não se manifestou.

Um pedido anterior de adiamento foi negado pela Justiça do Rio de Janeiro. A defesa considera o STJ como sua última esperança. O adiamento do julgamento seria uma estratégia para Jairinho, pois os jurados que decidirão seu futuro são os mesmos que participaram de outras sessões com o promotor do caso.

A equipe jurídica de Jairinho argumenta que a familiaridade dos jurados com o promotor pode favorecer a acusação. Se o julgamento for adiado, a defesa poderá solicitar a inclusão do caso em um novo ciclo de julgamentos, com um novo grupo de jurados.

O pedido ao STJ justifica que houve quebra da cadeia de custódia das provas. Os advogados afirmam que mensagens encontradas no celular de Leniel Borel, pai de Henry, indicam que ele teve contato com peritos que elaboraram os laudos necroscópicos no Instituto Médico Legal (IML) do Rio, o que comprometeria a validade desses documentos como provas.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A Polícia Civil, o Ministério Público e Leniel Borel negam qualquer tentativa de manipulação dos documentos. A defesa também alega que não teve tempo suficiente para analisar todo o material da investigação, que contém 20 mil páginas, além de milhares de páginas de documentos complementares.

Na primeira instância, o juiz Renan de Freitas Ongaratto negou o pedido de nulidade dos laudos, afirmando que os diálogos estavam disponíveis desde o início do processo. Se o julgamento ocorrer no dia 23 de março, a defesa de Jairinho manterá a estratégia de desqualificar os laudos e a investigação da Polícia Civil, além de argumentar que Henry não morreu no apartamento, mas sim no hospital, devido às manobras de reanimação.

TAGGED:Caso HenryDr. JairinhoInstituto Médico LegalJairo Souza Santos JúniorJustiçaLeniel BorelMinistério PúblicoPolícia CivilRenan de Freitas OngarattoRio de JaneiroSuperior Tribunal de Justiça
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Onda de calor na Europa registra 14 mortes e temperaturas recordes em maio
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?