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Delegado relembra morte de policial do PI em operação no MA após condenação do autor

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O delegado Matheus Zanatta comentou sobre a condenação de Bruno Arcanjo, acusado de matar o agente Marcelo Soares, durante uma operação policial no Maranhão. A condenação foi anunciada na sexta-feira, 13 de março de 2026.

Bruno Arcanjo foi condenado a 43 anos de prisão pelo homicídio do policial piauiense. Após a decisão, Zanatta expressou em uma publicação:

“”Marcelo jamais será esquecido. Sua história permanece viva entre nós, e seu exemplo seguirá inspirando gerações de policiais”.”

O delegado também recordou o momento em que recebeu a notícia da morte de Marcelo, que era seu colega de trabalho. O policial foi baleado no dia 3 de setembro de 2024, durante uma ação em Santa Luzia do Paruá, ao ser atingido por um tiro na axila.

“Era uma terça-feira, dia 3 de setembro de 2024. Eu estava na academia quando recebi uma ligação do então secretário de Segurança Pública, Chico Lucas, informando que Marcelo havia falecido durante uma operação na cidade de Santa Luzia do Paruá”, declarou Zanatta.

O delegado continuou:

““Era uma missão que deveria ser mais um dia normal de trabalho, mas terminou de forma trágica […] Marcelo era do meu turno no COTE. Fizemos juntos o tão sonhado curso de operações”.”

Zanatta elogiou a dedicação de Marcelo:

““Sempre foi um policial extremamente dedicado ao trabalho, à sua família e aos amigos. Com sua postura e compromisso, tornou-se uma referência para todos dentro da Polícia Civil”.”

O policial Marcelo Soares da Costa, de 42 anos, era lotado no Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil do Piauí. Ele foi morto durante uma operação em Santa Luzia do Paruá, onde Bruno Arcanjo, ao perceber a presença da equipe policial, tentou se esconder e disparou contra os agentes com uma pistola 9mm, de uso restrito.

Marcelo foi atingido na axila, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O delegado Laércio Evangelista e mais dois policiais também foram alvos dos disparos, mas não foram atingidos. A operação tinha como alvo Bruno Arcanjo, suspeito de estelionato. Marcelo deixou esposa e uma filha de quatro anos na época.

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