O ex-ministro Zé Dirceu (PT) defendeu nesta quinta-feira (12) a manutenção da aliança firmada em 2022 entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para a disputa eleitoral de outubro.
Em entrevista, Dirceu afirmou que a coligação foi um “pacto feito com a maioria da sociedade brasileira para eleger o Lula numa aliança democrática, progressista e pelo Brasil, e que deu certo”.
Há um debate dentro do governo para definir os pré-candidatos aos cargos majoritários e legislativos para as eleições, visando consolidar chapas puras e enfrentar opositores em estados-chave, como São Paulo e Minas Gerais.
Alckmin é remotamente cotado para assumir a candidatura ao governo de São Paulo, mas, segundo Dirceu, deve permanecer na vice-presidência. O ex-presidente do PT também mencionou que Alckmin pode priorizar as campanhas em São Paulo durante o período eleitoral, apoiando candidatos já planejados pelo partido para o governo, como Fernando Haddad ou Márcio França, e para o Senado, como Simone Tebet e Marina Silva.
““Tenho certeza de que uma composição com apoio total do vice-presidente, ex-governador e ministro da Indústria, vai disputar o governo com Tarcísio de Freitas de igual para igual”, concluiu Dirceu.”
Na última quarta-feira (10), Alckmin afirmou em entrevista que está “muito confortável e animado” para manter sua função ao lado de Lula. Nas pesquisas eleitorais, o vice-presidente aparece na liderança de intenções de voto para o Senado, ao lado do ministro Haddad.


