Engenharia social é a manipulação psicológica de pessoas para obter acesso a dados, sistemas ou infraestrutura de empresas. Ao contrário de invasões tradicionais, que exploram falhas de software, essa técnica se aproveita de gatilhos como medo, curiosidade e confiança.
Os ataques de engenharia social ocorrem em quatro fases: monitorar e pesquisar, estabelecer um vínculo, manipular e explorar. Os invasores coletam informações sobre a empresa, criam credibilidade e, após conquistar a confiança da vítima, solicitam ações que podem comprometer a segurança.
Entre os principais tipos de ataques estão o phishing, que utiliza e-mails genéricos, e suas variações, como spear phishing, whaling, clone phishing, homoglyph phishing, smishing e vishing. No BEC (Comprometimento de E-mail Comercial), hackers se passam por executivos para solicitar transferências urgentes.
A engenharia social também pode ocorrer fisicamente, através de técnicas como tailgating, onde um criminoso segue um funcionário em áreas restritas, ou disfarces para roubar informações diretamente nas instalações da empresa.
Para se proteger contra esses ataques, é fundamental implementar um conjunto de medidas de segurança. Isso inclui ativar a autenticação multifator, utilizar senhas complexas, segmentar o acesso e monitorar dispositivos para detectar comportamentos incomuns.
Treinamentos periódicos são essenciais para que a equipe aprenda a identificar golpes comuns. Além disso, é importante estabelecer uma política de resposta sem culpa, incentivando a denúncia imediata de incidentes.
Na Ligga Telecom, soluções como SD-WAN e Cloud Backup ajudam a proteger a infraestrutura da empresa contra ataques de engenharia social, garantindo a continuidade dos serviços e a integridade das informações.


