A higiene cibernética é um conjunto de práticas que visa manter a segurança de usuários, dispositivos, redes e dados nas empresas. No Brasil, o custo médio de uma violação de dados foi de R$ 7,19 milhões no ano passado, segundo a IBM.
A falta de higiene cibernética pode facilitar a ação de cibercriminosos. Sem protocolos de rotina, informações sensíveis ficam vulneráveis a sequestros e corrupção de arquivos. A negligência em atualizações de software e antivírus cria brechas que hackers podem explorar.
Práticas como reutilizar senhas, clicar em anexos suspeitos ou usar Wi-Fi público sem proteção aumentam o risco de invasões. Conceder acesso total a todos os funcionários também eleva a superfície de ataque, pois a invasão de uma conta pode causar danos proporcionais ao nível de acesso.
Para implementar a higiene cibernética, as empresas devem adotar práticas rigorosas. As senhas precisam ser longas e complexas, e a autenticação multifator deve ser a norma. O controle de acesso deve seguir o princípio do menor privilégio, garantindo que os colaboradores tenham apenas o acesso necessário.
O backup é fundamental, seguindo a regra 3-2-1: três cópias dos dados em duas mídias diferentes, com uma cópia offline. A criptografia protege os dados tanto em repouso quanto em trânsito.
Atualizações de software e antivírus não devem ser ignoradas, pois falhas conhecidas podem ser exploradas. O firewall atua como um filtro, bloqueando acessos não autorizados, enquanto a proteção de Wi-Fi deve usar protocolos modernos.
Os endpoints, como notebooks e celulares, precisam de monitoramento constante para evitar infecções na rede principal. Além disso, um plano de resposta a incidentes deve ser estabelecido para lidar com suspeitas de invasão.
A Ligga Telecom oferece soluções para facilitar a higiene cibernética, como SD-WAN, que cria túneis criptografados para tráfego de dados, Cloud Backup, que automatiza a proteção de dados, e Anti-DDoS, que bloqueia ataques de negação de serviço.


