Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Especialista analisa divergências entre Israel e EUA sobre liderança no Irã
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Internacional

Especialista analisa divergências entre Israel e EUA sobre liderança no Irã

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 10:09
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O professor Hussein Kalout, especialista em Relações Internacionais da USP e pesquisador de Harvard, analisou a resiliência do regime iraniano em entrevista ao WW. Ele destacou que a estrutura descentralizada do governo iraniano permite a rápida substituição de lideranças, mesmo após a eliminação de figuras importantes.

Kalout afirmou que a estratégia de decapitação, que envolve a eliminação de líderes-chave, não tem sido eficaz contra o Irã. O especialista citou que o sucessor de Ularijani já está definido, com Said Jalili ou Ali Kalibaf como prováveis candidatos, ambos oriundos do aparato de segurança iraniano.

Um ponto crucial abordado por Kalout é a diferença de objetivos entre Israel e os Estados Unidos em relação ao Irã. Enquanto Israel prefere que o regime seja liderado por radicais, os americanos desejam ver figuras mais pragmáticas no poder. “Israel sabe qual é a estratégia que está seguindo, que é muito antagônica à de Washington nesse caso em particular”, afirmou Kalout.

““Israel não quer que nenhuma negociação seja retomada. Então, quando elimina um Larijani ou um Khamenei, ele sabe o que está fazendo”, disse o professor.”

- Publicidade -
Ad imageAd image

Kalout explicou que a estratégia israelense tem dois fundamentos: provocar a queda do regime ou, caso isso não ocorra, garantir que radicais assumam o poder, inviabilizando qualquer possibilidade de negociação com o Ocidente. Ele ressaltou que figuras como Larijani eram fundamentais para o equilíbrio interno do Irã, atuando como uma ponte entre moderados e linha-dura.

““Ele era a espécie do conselheiro de segurança nacional que construía o equilíbrio e o consenso”, afirmou Kalout sobre Larijani.”

Na visão dos Estados Unidos, o ideal seria que, após a eliminação de figuras como Larijani, líderes pragmáticos assumissem o poder, abrindo caminhos para negociações. Essa divergência de objetivos revela uma fratura importante na estratégia dos aliados para lidar com o regime iraniano.

TAGGED:Estados UnidosgeopolíticaHarvardHussein KaloutInternacionalIsraelUSP
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Racismo ambiental afeta 140 mil moradores de favelas em Campinas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?