Uma pesquisa publicada no periódico Social Psychological and Personality Science revelou que mulheres heterossexuais têm 65% de chance de atingir o clímax, enquanto entre as lésbicas esse índice salta para 86%.
Os pesquisadores da Universidade de Rutgers, nos EUA, investigaram o fenômeno conhecido como “lacuna orgásmica” e mergulharam no conceito de “scripts sexuais”, que são os roteiros invisíveis que definem como o sexo deve funcionar.
A conclusão aponta para um fator determinante: mulheres que se relacionam com mulheres relataram uma frequência muito maior de estimulação clitoriana, o que está diretamente ligado tanto à expectativa do orgasmo quanto à busca ativa por ele.
Nesta quarta-feira, 18, a cantora Roberta Miranda, 69, se manifestou sobre o tema, trazendo sua experiência pessoal ao debate. Ela, que se identifica como bissexual, afirmou:
““A ciência busca entender? É simples, ela não é só um buraco onde a penetração é feita por fazer e ponto. Duas mulheres se tornam uma, pois elas se reconhecem, cada célula que pulsa, cada movimento e momentos onde depositam, sim! Desejos e não esperma.””


