Os Estados Unidos decidiram enviar mais 2.500 soldados para o Oriente Médio após duas semanas de guerra. O governo americano deslocou fuzileiros navais do Japão para a região, incluindo o navio de assalto anfíbio USS Tripoli e uma frota de apoio.
Com essa movimentação, o total de militares na região aumentará para cerca de 52.500. Atualmente, os EUA possuem dois porta-aviões próximos ao Golfo Pérsico, o que amplia sua capacidade de ataques aéreos, patrulha e escolta de navios.
O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos intensificarão os ataques ao Irã nos próximos dias, com uma média de mais de mil alvos atingidos diariamente. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, comentou sobre o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, dizendo que ele “está ferido e provavelmente desfigurado”.
Na mesma data, o Departamento de Estado ofereceu uma recompensa de US$ 10 milhões por informações sobre os dez principais líderes iranianos, incluindo Khamenei. Hegseth reiterou que o objetivo da ofensiva é eliminar as capacidades nucleares do Irã.
Seis militares americanos morreram na queda de um avião no Iraque, elevando o total de mortos para 13 desde o início da guerra. O Comando Central das forças armadas investiga o incidente, que não foi causado por fogo amigo ou inimigo.
Intensos bombardeios ocorreram na capital iraniana, onde cartazes de Khamenei estavam visíveis. Milhares de pessoas participaram de celebrações do Al Quds, um dia de apoio aos palestinos. Um ataque durante uma manifestação resultou na morte de uma mulher.
O Irã disparou mísseis contra o norte de Israel, ferindo mais de 50 pessoas. Destroços de drones abatidos atingiram prédios em Dubai, e a Arábia Saudita informou ter abatido dezenas de drones. A defesa aérea da Otan interceptou um míssil balístico iraniano na Turquia.
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que o país não será arrastado para a guerra, mas está preparado para enfrentar ameaças. No Iraque, um ataque de milícia apoiada pelo Irã resultou na morte de um soldado francês.
Israel intensificou os ataques a Beirute, no Líbano, após avisar os moradores para deixarem suas casas. O governo libanês informou que 773 pessoas morreram e 800 mil foram deslocadas devido aos bombardeios israelenses.


