Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Evasão em universidades privadas atinge 60% na região de Campinas, aponta estudo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Educação

Evasão em universidades privadas atinge 60% na região de Campinas, aponta estudo

Amanda Rocha
Última atualização: 21 de março de 2026 20:08
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A região de Campinas (SP) registrou uma taxa de evasão de 60% em universidades particulares, conforme o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2026, elaborado pelo Instituto Semesp e divulgado nesta semana.

O levantamento, que utiliza dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), analisa o cenário de 2024. A evasão se refere à saída do estudante do curso de graduação antes da conclusão, sem a obtenção do diploma, e pode ocorrer por abandono ou desistência formal.

Além da alta taxa de evasão, o estudo revelou que a permanência dos alunos foi de 9,9%, enquanto a taxa de conclusão foi de 30% no período. Nas universidades públicas, a desistência foi de 42,8%, com taxa de permanência de 27,5% e conclusão próxima de 29%.

Os índices na região, que abrange 90 municípios do interior de São Paulo, superam a média nacional, que é de 26,6% para faculdades particulares e 21,4% para instituições públicas.

Os dados indicam que a escolha do curso superior nem sempre é definitiva para os estudantes. João Ribeiro, por exemplo, começou a faculdade de jornalismo, mas desistiu devido às dificuldades com as matérias e à rotina desgastante. Ele trabalhava durante o dia e se deslocava para Campinas à noite, o que o levou a concluir que o curso não era adequado para ele.

Thiago Assis, que desistiu do curso de processos químicos em uma universidade pública, também relatou sua experiência. Ele atualmente estuda farmácia e deseja ingressar em uma universidade federal. “Não ia ficar fazendo uma coisa que eu não queria para a minha vida”, afirmou.

A docente sênior Ângela Soligo, da faculdade de educação da Unicamp, destacou que o alto valor das mensalidades pode ser um dos principais fatores para a alta taxa de desistência. Ela enfatizou a necessidade de políticas de permanência nas universidades, considerando as dificuldades que muitos estudantes enfrentam ao conciliar trabalho e estudo.

““Conciliar trabalho e estudo não é fácil”, disse Ângela Soligo. “Se nós queremos ter a população na sua diversidade nas universidades, precisamos pensar em equidade”.”

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Goiás Contrata Mozart Como Novo Técnico
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?