Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Exploração de terras raras em Goiás pode gerar 12 mil empregos diretos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Exploração de terras raras em Goiás pode gerar 12 mil empregos diretos

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de março de 2026 05:01
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A exploração de terras raras em Goiás deve gerar até 12 mil empregos diretos entre cinco e dez anos, segundo estimativas da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços do Governo de Goiás.

As áreas de atuação vão desde engenheiros, operadores de máquinas até especialistas em logística. O estado se destaca por Minaçu, que é a única cidade fora da Ásia a produzir em escala comercial quatro elementos essenciais.

A exploração já começou há três anos. Atualmente, duas mineradoras operam no estado e, quando estiverem em atividade total, podem gerar de 5 a 6 mil empregos diretos cada uma. Joel de Sant’Anna Braga Filho, secretário de Indústria, Comércio e Serviços do Governo de Goiás, afirmou que uma mineradora já gera mais de 2 mil empregos diretos.

“”Isso aí é muito importante, porque vai fazer com que Goiás tenha geração de emprego, porque vai trazer investimento para cá em vários setores”, afirmou Joel.”

- Publicidade -
Ad imageAd image

Ele destacou que a busca por empresas dos ramos de data centers e fabricantes de motores e baterias pode trazer benefícios adicionais. “Poderemos fazer uma troca. A gente exporta terra rara, mas a gente peça que essas empresas invistam aqui em outros setores ligados à tecnologia para fazer com que essa rota tenha um benefício para Goiás”, disse.

A gerente de projetos estratégicos do setor produtivo da SIC, Lívia Parreira, explicou que a cadeia de terras raras é multidisciplinar e envolve profissionais em diversas etapas. Entre eles estão geólogos, engenheiros de minas, engenheiros químicos e metalurgistas, além de especialistas em logística e comércio exterior.

Lívia destacou as áreas que devem gerar mais empregos em curto, médio e longo prazo. A curto prazo, a pesquisa mineral e a implantação das minas serão as fases com mais trabalhadores empregados, mas de curta duração. “Terá maior contratação de geólogos, técnicos de mineração e de sondagem, topógrafos, engenheiros de minas, engenheiros ambientais, operadores de equipamentos, mão de obra temporária e alta demanda por serviços locais”, disse.

A médio prazo, o beneficiamento e a separação química exigirão uma qualificação técnica elevada. Finalmente, a longo prazo, a industrialização de ímãs e componentes terá o maior potencial de emprego e renda.

“”Os elementos não são raros e chegam a ser bastante abundantes na crosta terrestre”, explicou Lívia.”

O secretário Joel de Sant’Anna citou que a primeira mina que exporta terra rara para a China é da mineradora Serra Verde. Os Estados Unidos aprovaram investimento de mais de 400 milhões de dólares para a segunda etapa de expansão de Minaçu e mais 5 milhões de dólares para pesquisa em Nova Roma.

“É a primeira cidade do ocidente que exporta já esse mineral para a China há três anos”, enfatizou Joel. A Serra Verde investiu em tecnologia e já consegue extrair e transformar a terra em um pó concentrado.

A mineradora Aclara também está desenvolvendo projetos na região, com foco em eficiência ambiental e controle técnico. O principal uso das terras raras pesadas está em ímãs permanentes, essenciais para tecnologias de eletromobilidade e robótica.

TAGGED:AclaraempregosGoiásJoel de Sant’Anna Braga FilhoLívia ParreiraMinaçuMineraçãoSerra VerdeTecnologiaterras raras
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Pará Fortalece Política Ambiental no Dia do Meio Ambiente
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?