A final entre Cruzeiro e Atlético-MG, realizada no dia 8 de março de 2026, foi marcada por uma briga generalizada que resultou em 23 expulsões. O árbitro Matheus Candançan justificou as punições por “desferir e atingir com socos e pontapés seus adversários”.
O número de expulsões pode aumentar, pois a arbitragem pode alterar o documento da partida em até 24 horas após o término do jogo, conforme o regulamento da Federação Mineira de Futebol (FMF). Até o momento, foram registrados 32 cartões no total.
Os jogadores expulsos do Atlético-MG incluem: Everson, Renan Lodi, Gabriel Delfim, Junior Alonso, Alan Franco, Hulk, Lyanco, Ruan Tressoldi, Alan Minda, Preciado e Cassiera. Do lado do Cruzeiro, foram expulsos: Christian, Fabrício Bruno, Lucas Romero, Kaio Jorge, João Marcelo, Kauã Prates, Lucas Villalba, Cassio, Matheus Henrique, Walace, Fagner e Gerson.
De acordo com o artigo 89 do regulamento da FMF, o árbitro e seus auxiliares devem entregar a súmula e os relatórios da partida em até quatro horas após o término. Em casos excepcionais, como tumultos, os relatórios podem ser complementados em até 24 horas. A avaliação de punições caberá à Federação, que poderá aplicar sanções aos clubes e jogadores envolvidos.
A confusão começou com uma dividida entre Everson e Christian, que resultou em uma briga envolvendo todos os jogadores, incluindo reservas. O árbitro encerrou a partida após as cenas de violência. O Cruzeiro venceu o Atlético-MG por 1 a 0, com gol de Kaio Jorge.
Na súmula, Candançan relatou que 21 expulsões ocorreram durante a briga generalizada, e as justificativas para Everson e Christian foram diferentes. Christian foi expulso por “atingir com a canela a cabeça de Everson”, enquanto Everson foi punido por “partir para cima com brutalidade”.
Após o apito final, Fabrício Bruno e Hulk lamentaram a confusão em entrevistas à imprensa.


