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Justiça

Fachin defende integridade de juízes na vida pública e privada

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de março de 2026 17:35
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
Fachin defende integridade de juízes na vida pública e privada
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira (16) que juízes devem manter integridade tanto na vida pública quanto na privada. Fachin fez a declaração durante uma aula magna no curso de direito do Centro Universitário de Brasília (Ceub).

Ao abordar os desafios contemporâneos da Corte, o ministro ressaltou que os magistrados devem seguir princípios já estabelecidos nas normas disciplinares. Ele destacou que “ninguém tem uma Constituição para chamar de sua” e que existem diretrizes que podem ser extraídas da experiência e de cartas de princípios nacionais e internacionais.

“Integridade na vida pública e privada, uma vez que [o magistrado] deve adotar comportamento irrepreensível na vida pública e privada”, disse Fachin. O presidente do STF também enfatizou que os juízes devem ser cautelosos ao se manifestarem sobre processos em julgamento e devem recusar qualquer tipo de vantagem.

““Por isso que é vedado receber benefícios, presentes ou vantagens de pessoas interessadas em processos”, comentou.”

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Fachin voltou a defender a separação entre os Três Poderes, afirmando que a Corte teve uma “razoável expansão de sua atuação” por determinação da Constituição e impulsionada por debates de outros atores. “A autocontenção não é fraqueza. É respeito à separação de poderes que, em última análise, é ela própria uma exigência constitucional”, completou.

Além disso, Fachin defendeu a adoção de um Código de Ética para os ministros do Supremo. No mês passado, a ministra Cármen Lúcia foi designada para relatar a proposta de criação da norma, que surgiu em meio a investigações sobre o Banco Master e menções aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

TAGGED:Alexandre de MoraesBanco MasterBrasíliaCármen LúciaCentro Universitário de BrasíliaDFDias ToffoliEdson FachinjuízesJustiçaSTFSupremo Tribunal Federal
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