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Internacional

Família de vítima de massacre no Canadá processa OpenAI por uso de ChatGPT

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 15:05
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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A família de uma adolescente baleada durante um massacre em uma escola no Canadá abriu um processo nesta terça-feira, 10, contra a OpenAI. Eles acusam a empresa de não ter alertado as autoridades sobre as intenções da suspeita, que utilizou o ChatGPT no planejamento do ataque ocorrido em 10 de fevereiro.

A empresa, por sua vez, afirmou que as informações não foram divulgadas à polícia porque não representavam um ‘plano iminente’ da agressão que resultou na morte de nove pessoas, incluindo a atiradora.

Maya Gebala, de 12 anos, foi alvejada no pescoço e na cabeça durante o ataque a tiros na cidade de Tumbler Ridge. Sua mãe, Cid Edmonds, entrou com uma ação civil na Suprema Corte da Colúmbia Britânica, alegando que a atiradora, Jesse Van Rootselaar, de 18 anos, descreveu ‘vários cenários envolvendo violência com armas’ ao longo de 2025, mas nenhuma denúncia foi feita.

O processo revela que doze funcionários da OpenAI sinalizaram as conversas de Jesse como indicativas de ‘risco iminente de dano grave a terceiros’, recomendando que as autoridades canadenses fossem notificadas. Contudo, o pedido foi rejeitado e a única ação tomada foi a suspensão da conta de Jesse.

Em declarações anteriores, a OpenAI afirmou que a polícia não foi contatada porque a usuária não havia chegado a um plano crível ou iminente. Jesse criou uma conta no ChatGPT antes de completar 18 anos. Embora a plataforma permita o acesso de menores com consentimento dos pais, a acusação aponta que nenhuma verificação de idade foi realizada.

Após ter sua primeira conta banida, a atiradora abriu um novo perfil, onde continuou a ‘planejar cenários envolvendo violência armada’, conforme o processo. A família de Gebala argumenta que a OpenAI ‘tinha conhecimento específico do planejamento à distância da atiradora para um evento com vítimas em massa’, mas não tomou medidas.

Maya foi alvejada três vezes enquanto tentava trancar a porta da biblioteca da escola para impedir Jesse de entrar, resultando em uma ‘lesão cerebral catastrófica’. O massacre em Tumbler Ridge deixou nove mortos, incluindo cinco crianças pequenas, a atiradora, sua mãe e seu meio-irmão.

Este episódio foi um dos ataques a tiros mais mortais da história do Canadá, chocando a comunidade da pequena cidade, que tem cerca de 2.400 habitantes. Um porta-voz da OpenAI qualificou o ataque como uma ‘tragédia indescritível’ e afirmou que a empresa está comprometida em realizar ‘mudanças significativas’ para prevenir eventos semelhantes no futuro.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, pediu desculpas à comunidade de Tumbler Ridge durante um encontro virtual com o governador da Colúmbia Britânica, David Eby, e o ministro da Inteligência Artificial canadense, Evan Solomon. Ele declarou que os protocolos referentes ao ChatGPT serão reforçados para notificar as autoridades sobre interações potencialmente perigosas com a ferramenta.

TAGGED:América do NorteCanadáChatGPTCid EdmondsColúmbia BritânicaDavid EbyEvan SolomonInteligência ArtificialJesse Van RootselaarmassacreMaya GebalaMundoOpenAISam AltmanTumbler Ridge
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