Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Flávio Bolsonaro busca conciliar Estado mínimo e Bolsa Família em plano econômico
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

Flávio Bolsonaro busca conciliar Estado mínimo e Bolsa Família em plano econômico

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de março de 2026 10:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A pré-campanha de Flávio Bolsonaro está elaborando um plano econômico que busca resolver um impasse: de um lado, a proposta de um Estado mínimo, com privatizações e cortes fiscais; do outro, a promessa de não alterar programas de transferência de renda como o Bolsa Família.

Nos bastidores, assessores do pré-candidato destacam uma “espinha-dorsal” composta por três pilares: venda da maioria das estatais, estímulo à disciplina fiscal e redução da carga tributária. A intenção é levar o país a um crescimento sustentável a longo prazo, sem abrir mão de programas sociais.

Essa tentativa de equilibrar um Estado mínimo com uma vitrine social gera desconforto entre investidores da Faria Lima, centro do mercado financeiro. A equipe econômica de Flávio tem mantido um perfil discreto, mas se comunica ativamente com economistas e investidores, especialmente em São Paulo e Rio de Janeiro.

Em reuniões fechadas, o pré-candidato tem afirmado que pretende “enxugar” a máquina pública, reduzir tributos e cortar gastos supérfluos, sinalizando compromisso com o equilíbrio fiscal sem aumentar impostos. A mensagem central é que o governo deve “gastar menos do que arrecada”, focando em ajustes nas despesas e retomando reformas pró-mercado que foram suspensas após 2022.

Flávio já mencionou a intenção de privatizar até 95% das empresas públicas, mantendo apenas áreas estratégicas e ampliando parcerias público-privadas. A narrativa para investidores é de “virar a página da era das estatais” e usar as desestatizações para restaurar a confiança na política fiscal e atrair investimentos.

O conflito surge quando o projeto se recusa a ser rotulado como “ultraliberal” e insiste na manutenção do Bolsa Família. Assessores próximos ao pré-candidato afirmam que “não queremos rotular como projeto liberal, pois manteremos projetos sociais como o Bolsa Família”, buscando evitar desgaste com a base popular.

A promessa é que o ajuste viria de cortes em privilégios e ineficiências, sem afetar o benefício que assegura um piso mínimo de renda às famílias vulneráveis. No entanto, gestores e estrategistas que participaram das reuniões expressam preocupação sobre a viabilidade de conciliar um programa de transferência de renda de grande escala com a proposta de um ajuste fiscal profundo e uma carga tributária reduzida.

Um sócio de banco que participou de um almoço com Flávio em São Paulo observa que a combinação entre a retórica de Estado mínimo e a preservação do programa, visto como populista, pode limitar o crescimento sustentado apenas com investimentos privados e cortes de gastos. À medida que o plano se detalha, o dilema tende a se intensificar.

A campanha acredita que a conciliação entre liberalismo econômico e o Bolsa Família pode ser uma estratégia eleitoral eficaz, aliviando o temor de perda de renda entre os mais pobres e ampliando o discurso pró-mercado. Contudo, parte do mercado considera que, sem reconfigurações nas políticas de transferência, o projeto pode ficar em um meio-termo insatisfatório tanto para o mercado quanto para o campo progressista.

O plano econômico de Flávio Bolsonaro será testado até abril, quando deverá ser lançado juntamente com seu “Posto Ipiranga” da Economia.

TAGGED:Bolsa Famíliacrescimento econômicoEconomiaFlávio BolsonaroPolítica fiscalSão Paulo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Projeto Golden Dome de Trump pode custar US$ 1,2 trilhão e enfrenta desafios técnicos e políticos
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?