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Golpe do chocolate: como se proteger contra phishing

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

A influenciadora Carolina Portaluppi, de 31 anos, revelou que foi vítima do chamado golpe do chocolate. Ela compartilhou sua experiência nas redes sociais, onde contou que um site se passava por uma marca de chocolate famosa e prometia R$ 1 mil em produtos para quem compartilhasse o link com 20 amigos.

Esse golpe é uma forma de phishing, que incentiva as pessoas a abrirem links, compartilhá-los ou preencherem formulários. Os golpistas utilizam e-mails, mensagens por SMS e redes sociais para simular páginas reais, com o objetivo de instalar malware ou direcionar os usuários para cadastros suspeitos, roubando dados pessoais, como senhas de cartões de crédito.

De acordo com dados da empresa de cibersegurança Kaspersky, mais de 85% dos ataques de phishing realizados entre janeiro e setembro de 2025 tiveram como alvo credenciais de contas online. Além disso, 9,5% das tentativas visavam obter dados pessoais, como nomes, endereços e datas.

Os ataques de phishing são comuns e podem ser difíceis de identificar. Para se proteger, é importante seguir algumas orientações: desconfie de mensagens que parecem boas demais ou muito ruins para serem verdade, como recompensas milionárias ou ameaças de bloqueio de contas; verifique sempre o remetente e o destinatário do e-mail ou mensagem antes de abrir qualquer conteúdo; fique atento a erros de ortografia, gramática ou formatação, que podem indicar que a mensagem não foi escrita por um profissional; evite clicar em links ou anexos suspeitos que possam levar a sites falsos ou infectar seu dispositivo com malware; e crie senhas fortes e diferentes para suas contas, utilizando aplicativos autenticadores para a autenticação de dois fatores.

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