O governo dos Estados Unidos e o governo brasileiro estão adotando medidas para atenuar o impacto da guerra no Irã sobre o preço do petróleo. A situação atual é considerada uma das maiores crises do petróleo da história, provocada pela interrupção parcial do fornecimento devido a ações militares.
O governo americano expressou preocupação com a alta dos preços do barril de petróleo e suas consequências para a economia global. Para tentar conter essa elevação, o governo sugeriu uma série de intervenções no mercado.
No Brasil, a Petrobras não reajusta os preços internos há bastante tempo, resultando em uma defasagem significativa, especialmente no diesel. Consumidores começaram a estocar o combustível, antecipando um aumento iminente, o que gera risco de desabastecimento.
Em resposta, o governo brasileiro decidiu zerar impostos federais sobre combustíveis e pediu aos governadores que façam o mesmo com os impostos estaduais. Essa ação reflete uma preocupação maior com o efeito eleitoral de combustíveis caros do que com a formação de preços.
A guerra do Irã, que começou com ações de Israel e dos Estados Unidos, já se estende por mais tempo do que o conflito de 12 dias do ano passado. O conflito está se expandindo militarmente pelo Oriente Médio e causando repercussões econômicas em todo o mundo.
““Trump acabou prisioneiro de uma lei famosa em toda guerra: a lei das consequências não intencionais”, afirmou William Waack.”

