A guerra com o Irã entrou no quinto dia e a administração do ex-presidente Donald Trump enfrenta críticas crescentes dentro do próprio Partido Republicano.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, sugeriu que Israel forçou a mão dos EUA para atacar o Irã.
Essa declaração gerou uma reação negativa entre apoiadores do movimento MAGA, descritos como isolacionistas e frequentemente anti-Israel.
Com as eleições legislativas de meio de mandato se aproximando, alguns republicanos expressam preocupação de que o conflito não ajude a popularidade do partido.
Analistas políticos observam que a guerra pode ampliar divisões internas já existentes no Partido Republicano.
O conflito começou há cinco dias e continua a dominar a agenda política em Washington.
Especialistas em política internacional destacam que a relação entre EUA e Israel permanece um ponto sensível na política externa americana.
A situação cria um cenário complexo para os republicanos que buscam manter a unidade do partido antes das eleições.
Fontes próximas ao partido indicam que há debates internos sobre como posicionar-se publicamente em relação ao conflito.
O timing do conflito, tão próximo das eleições, é visto como particularmente desafiador para a estratégia eleitoral republicana.

