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Internacional

Guerra no Irã envolve disputa de narrativas e comunicação

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 16:05
Amanda Rocha
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Tempo: 1 min.
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A guerra no Irã não se limita a mísseis e drones. Uma frente menos visível, mas igualmente estratégica, se desenrola nas declarações públicas e na disputa por versões.

Especialistas afirmam que, em conflitos modernos, a comunicação se tornou parte central da estratégia militar. O coordenador de finanças do Insper, Ricardo Rocha, destaca que o discurso político e as sinalizações de líderes são fundamentais.

““Guerra também é comunicação, também é narrativa”,”

afirmou.

Ricardo Rocha explica que declarações duras, recuos calculados ou aparentes blefes podem ser utilizados para pressionar adversários e influenciar a percepção internacional sobre quem está ganhando ou perdendo o embate.

O doutor em psicologia clínica e cultura, Sam Cyrous, ressaltou que o cenário atual envolve duas disputas paralelas: a militar e a simbólica.

““Tivemos um conflito bélico, mas também um conflito de narrativas”,”

disse.

Curiosamente, segundo Cyrous, há um raro ponto de convergência entre lados opostos: a ideia de que o povo persa é pacífico, mencionada tanto por líderes ocidentais quanto pelo regime iraniano.

No fim das contas, fica evidente que, além das armas, cada lado busca conquistar algo igualmente valioso em tempos de guerra: a opinião pública.

TAGGED:Donald TrumpEconomiaINSPEROriente MédioPetróleoRadar EconômicoRicardo RochaSam Cyrous
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