O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou nesta quinta-feira (5) que o Irã comete um “grave erro de cálculo” ao acreditar que os EUA reduzirão seus ataques. Hegseth enfatizou que “não falta vontade americana” na luta contra o Irã e que os EUA homenageariam os seis militares americanos mortos em combate, reafirmando seu compromisso com essa missão.
Em coletiva de imprensa no quartel-general do Comando Central dos EUA, Hegseth afirmou: “O Irã espera que não consigamos sustentar isso, o que é um erro de cálculo muito grave para a Guarda Revolucionária Islâmica no Irã”. Ele também lembrou dos seis soldados que foram mortos em um ataque com drone no Kuwait no domingo (1º), identificados como membros de uma unidade de apoio logístico da Reserva do Exército, sediada em Iowa.
As Forças Armadas dos EUA iniciaram uma onda de ataques contra o Irã em resposta a tensões relacionadas ao programa nuclear iraniano. O regime iraniano começou a retaliar contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares dos EUA, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
Após a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, anunciada pela mídia estatal, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” de sua história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país considera a vingança pelos ataques de Israel e dos EUA como um “direito e dever legítimo”.
Em resposta, o ex-presidente Donald Trump alertou o Irã sobre possíveis consequências de ataques retaliatórios, afirmando: “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. Trump também declarou que os ataques contra o Irã continuarão “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de paz em todo o Oriente Médio e, de fato, no mundo!”.

