Um homem de 26 anos, Adilson da Silva de Siqueira Júnior, acusado de matar e enterrar sua namorada de 16 anos, Rafaela Ramos da Silva, vai a júri popular nesta quinta-feira (12) em Caraguatatuba, São Paulo.
O crime ocorreu em maio de 2024, e Adilson se tornou réu em junho do mesmo ano. Ele foi preso pouco tempo após o crime e confessou ter matado a adolescente.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou Adilson por homicídio qualificado, alegando que ele agiu por motivo fútil, utilizando asfixia e dificultando a defesa da vítima, além de ter cometido o crime contra uma mulher por razões de sexo. Ele enfrenta quatro acusações: homicídio qualificado, ocultação de cadáver, subtração de incapaz e tráfico de drogas.
As investigações revelaram que Adilson estrangulou Rafaela com as mãos e a asfixiou com um travesseiro, motivado por ciúmes. O MP também destacou que o acusado foi encontrado com entorpecentes e que ele fugiu com a vítima sem o consentimento dos pais dela.
Adilson já tinha passagens pela polícia, incluindo uma condenação por roubo, e estava em regime aberto quando cometeu o crime. O MP descreveu Adilson como uma pessoa notoriamente conhecida nos meios policiais.
Rafaela foi encontrada morta e enterrada na noite do dia 15 de maio de 2024, no quintal de um sítio em Caraguatatuba. Ela estava desaparecida havia pelo menos três dias antes de seu corpo ser localizado. A prisão de Adilson ocorreu por volta das 20h30 do mesmo dia, na estrada Abra de Dentro, no bairro Pegorelli.


