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Homem morre após ser baleado durante invasão a casa em Feira de Santana

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

Um homem identificado como Francisco Rodrigues da Silva, de 55 anos, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo durante uma invasão a uma casa em Feira de Santana, na Bahia. O incidente ocorreu na noite de sexta-feira, dia 6 de março de 2026, no bairro SIM.

Equipes da Polícia Militar (PM) foram acionadas por volta das 20h pelo Centro Integrado de Comunicação (Cicom) para verificar uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Rua Itapiúna. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Francisco caído no chão, sem sinais vitais e com um rastro de sangue que levava até uma casa.

O proprietário da residência relatou à polícia que Francisco invadiu o imóvel acompanhado de outros dois suspeitos, chamando pelo nome de um amigo dele. Ao perceber a presença dos três homens, o morador se assustou e entrou em luta corporal com eles. Durante a confusão, um dos suspeitos sacou uma arma de fogo.

Segundo a esposa do proprietário, no momento em que o homem tentou guardar a arma na cintura, houve um disparo acidental que atingiu a própria coxa. Após ser baleado, Francisco saiu da residência andando, deixando um rastro de sangue pela rua. Cerca de 50 metros depois da casa invadida, ele caiu no chão.

Os outros dois suspeitos fugiram do local em veículos e não foram encontrados. A arma usada no disparo também não foi localizada, e suspeita-se de que tenha sido levada pelos homens que fugiram.

A filha de Francisco informou aos policiais que ele trabalhava como pedreiro, mas também fazia cobranças relacionadas à agiotagem. O dono da casa invadida relatou que Francisco procurava um amigo dele, que supostamente teria uma dívida com agiotas. A suspeita é de que essa pessoa tenha informado um endereço falso, indicando a casa do amigo como se fosse a própria residência.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) esteve no local para realizar a perícia e a remoção do corpo. As informações foram colhidas pela PM no local e o caso foi encaminhado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que vai investigar todas as circunstâncias do caso.

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