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Hospital de Campanha inicia atendimentos em Ubá após enchente fechar Policlínica

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O Hospital de Campanha montado em Ubá começou a atender moradores na segunda-feira (9). A nova estrutura substitui temporariamente a Policlínica Municipal, que foi interditada devido à inundação causada pelas fortes chuvas de fevereiro.

As chuvas resultaram em sete mortes, milhares de pessoas desabrigadas e desalojadas, e uma pessoa permanece desaparecida. O Hospital de Campanha é uma estrutura de saúde temporária, utilizada em situações de emergência quando hospitais são danificados ou não conseguem atender a demanda.

A nova estrutura será utilizada para consultas e atendimentos ambulatoriais que estavam agendados na Policlínica. A previsão é que novos atendimentos sejam disponibilizados ao longo da semana. Não há uma estimativa de quanto tempo o Hospital de Campanha irá funcionar ou quando a Policlínica poderá retomar suas atividades.

O Hospital de Campanha, localizado na avenida Raul Soares, conta com dois trailers e há planos de ampliação com mais seis consultórios. Um dos trailers é destinado à triagem, pequenos exames e curativos, enquanto o outro abriga consultórios adaptados para consultas especializadas.

Durante o fechamento da Policlínica, os casos de urgência e emergência continuam a ser atendidos normalmente nos hospitais da cidade e nas 32 Unidades Básicas de Saúde. O Hospital de Campanha visa reforçar o atendimento no curto, médio e longo prazo, especialmente nas especialidades afetadas pelas chuvas.

O secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, informou que o prejuízo com medicamentos perdidos devido às enchentes ultrapassa R$ 4 milhões, mas o estoque já foi reabastecido com a ajuda de novas câmaras frias. Como medida preventiva contra doenças comuns após enchentes, a vacinação contra tétano e hepatite será intensificada no Hospital de Campanha, nas UBSs e por meio do “vacimóvel”.

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