Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: IA identifica dor em recém-nascidos e auxilia médicos na UTI
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Saúde

IA identifica dor em recém-nascidos e auxilia médicos na UTI

Amanda Rocha
Última atualização: 12 de março de 2026 08:16
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Engenheiros do Centro Universitário FEI e pediatras da Unifesp desenvolveram uma ferramenta de inteligência artificial que identifica o nível de dor de recém-nascidos internados em UTIs.

A tecnologia utiliza modelos multimodais de linguagem e visão, integrando imagens e textos para interpretar expressões faciais dos bebês com mais precisão e menos subjetividade.

““Como a dor é um fenômeno subjetivo e o bebê ainda não consegue se comunicar verbalmente, ele depende essencialmente da observação de terceiros. Em UTIs neonatais, utilizamos escalas de dor, mas elas são muito subjetivas”, afirma Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Unifesp.”

A pesquisa, financiada pela Fapesp, foi publicada na revista Pediatric Research e demonstrou que o sistema de inteligência artificial supera técnicas tradicionais de deep learning na identificação de estados de dor e conforto.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O modelo não precisa ser treinado separadamente para cada tarefa, o que amplia sua aplicabilidade clínica. “Até pouco tempo atrás, se utilizavam modelos clássicos de machine learning que exigiam um banco de dados enorme e específico para cada tarefa”, explica Carlos Eduardo Thomaz, professor da FEI.

Um bebê internado em uma UTI neonatal pode ser submetido a até 13 procedimentos dolorosos por dia, como punções e cirurgias. “Essas intervenções são vitais, mas causam dor. Por isso, é essencial equilibrar necessidade clínica e sofrimento”, ressalta Guinsburg.

““Hoje se sabe o exato oposto: por serem imaturos neurologicamente, eles são ainda mais vulneráveis aos efeitos adversos dos estímulos dolorosos”, diz Guinsburg.”

Os pesquisadores acreditam que a ferramenta de IA pode transformar sinais subjetivos em parâmetros objetivos, atuando como um “fiel da balança” na avaliação clínica. A expectativa é que, no futuro, a ferramenta possa emitir alertas em tempo real.

““No cérebro em desenvolvimento, tanto a dor não tratada quanto o excesso de medicação podem ser neurotóxicos”, ressalta Guinsburg.”

Para o engenheiro Lucas Pereira Carlini, o impacto da IA vai além da performance técnica. “Buscamos sempre mais precisão, mas é importante lembrar: o que cada ponto percentual de acerto representa para um bebê?”, conclui.

TAGGED:bebêsCarlos Eduardo ThomazCentro Universitário FEIFapespInteligência ArtificialLucas Pereira CarliniRuth GuinsburgSão PauloUnidade de Terapia Intensiva (UTI)Universidade Federal de São PauloUTI Neonatal do Hospital São Paulo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Senado aprova financiamento para ICE e Patrulha de Fronteira
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?