Disputas regionais têm gerado incertezas sobre a federação entre o PP e o União Brasil. A união entre os partidos, que deveria durar quatro anos, está levando à saída de alguns quadros importantes em diversos estados.
Um exemplo é Efraim Filho, que está se preparando para se transferir para o PL, pois não consegue mais permanecer no mesmo núcleo de Aguinaldo Ribeiro. Outros conflitos estão surgindo em várias partes do país, aumentando o questionamento entre os filiados sobre a eficácia da federação.
Alguns membros mais pessimistas acreditam que ainda há possibilidade de as siglas reverterem a federação, uma vez que o TSE ainda não deu aval para a união. Essas divergências internas indicam que, caso a federação se concretize, ela pode assumir um papel secundário na corrida presidencial, permitindo que seus membros apoiem candidatos de sua escolha.
Os dirigentes já deixaram claro que a prioridade é reorganizar as alianças regionais, aumentar as vitórias locais e expandir as bancadas no Congresso.


