Imposto de Renda 2025/2026: declaração começa em março e exige atenção redobrada dos contribuintes

Fernando Alcântara Mendonça
Tempo: 3 min.
Hebert Ribeiro - porta-voz Soma Contabilidade

Envio correto das informações à Receita Federal é fundamental para evitar inconsistências, multas e retenção em malha fina

Com a chegada do mês de março, contribuintes de todo o país se preparam para o período de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), que tradicionalmente segue até maio. A prestação de contas à Receita Federal do Brasil exige organização, atenção aos documentos e cuidado no preenchimento das informações.

Especialistas alertam que erros simples, omissões de rendimentos ou divergências de dados estão entre os principais motivos que levam contribuintes à malha fina.

A declaração correta vai além do cumprimento de uma obrigação legal. Ela é determinante para evitar penalidades, como multas por atraso, juros sobre imposto devido e bloqueios na restituição. Além disso, inconsistências podem gerar intimações e a necessidade de apresentar documentos comprobatórios posteriormente.

“Imposto de Renda não é apenas enviar informações. É preciso conferir, cruzar dados e entender o perfil de cada contribuinte para reduzir riscos”, afirma Hebert Ribeiro, porta-voz da Soma Contabilidade.
Segundo ele, a prevenção é o caminho mais seguro. “Muitos contribuintes só percebem que houve erro quando recebem uma notificação. O ideal é fazer uma análise prévia detalhada, revisando rendimentos, despesas médicas, investimentos e demais informações que são cruzadas automaticamente pela Receita Federal”, explica Hebert Ribeiro. Ele destaca que o avanço da tecnologia tem ampliado a capacidade de fiscalização do Fisco, tornando o cruzamento de dados cada vez mais rigoroso.

Na Soma Contabilidade, o processo inclui o uso de uma ferramenta própria desenvolvida em Excel para conferência das informações antes do envio da declaração. De acordo com Hebert Ribeiro, o objetivo é identificar possíveis inconsistências e reduzir significativamente as chances de retenção em malha fina.

“Trabalhamos com checagem minuciosa dos dados e acompanhamento do processamento da declaração. Isso traz mais segurança e tranquilidade ao contribuinte”, pontua.

O acompanhamento, segundo Hebert, não termina com o envio da declaração. Em casos de imposto a pagar, é necessário atenção aos prazos para evitar encargos adicionais. Já quando há restituição, o contribuinte deve acompanhar os lotes de pagamento. “Nosso papel é orientar antes, durante e depois da entrega. Uma declaração bem feita evita dores de cabeça futuras e garante que o contribuinte esteja em conformidade com a Receita”, conclui Hebert Ribeiro.

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