A Prefeitura de Manaus anunciou que as inscrições no Sistema Municipal de Habitação (Simhab) para o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ reabrem na quinta-feira, dia 11 de março. O período de inscrições se estenderá até 29 de maio, permitindo que famílias que ainda não se cadastraram possam entrar no banco de dados habitacional.
Os interessados podem se cadastrar acessando o site do Simhab e clicando na aba ‘Minha Casa, Minha Vida’, ou de forma presencial na sede da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), localizada na travessa Arthur Bernardes, no bairro São Geraldo, Zona Centro-Sul da cidade.
O prefeito David Almeida afirmou que a reabertura do sistema atende a uma demanda de moradores que relataram dificuldades para realizar o cadastro nas etapas anteriores. As famílias já cadastradas estão passando pelo processo de seleção e análise documental para envio à Caixa Econômica Federal.
A primeira etapa de entregas de moradias está prevista para 24 de março, com 576 unidades distribuídas em três empreendimentos habitacionais. As famílias que se inscreverem nesta nova fase poderão concorrer às unidades previstas no cronograma da prefeitura a partir de maio.
O secretário municipal de Habitação e Assuntos Fundiários, Jesus Alves, explicou que a seleção das famílias seguirá critérios estabelecidos por regulamentações federais e municipais, priorizando aqueles em maior vulnerabilidade social. Entre os critérios estão: renda familiar de até R$ 2.850, ausência de pendências no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e prioridade para famílias em áreas de risco, mães solo, famílias com pessoas com deficiência ou idosos, além de pessoas afetadas por calamidades.
““Esses critérios já estão definidos e serão apresentados de forma transparente para garantir que as unidades habitacionais sejam destinadas a quem realmente mais precisa”, explicou Jesus Alves.”
A política habitacional da Prefeitura de Manaus inclui articulação com o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, aquisição de áreas para novos empreendimentos e ações de regularização fundiária, com o objetivo de ampliar o acesso à moradia digna e reduzir o déficit habitacional histórico da capital amazonense.


