No dia 9 de março de 2026, o Irã lançou novos bombardeios contra países vizinhos, incluindo Kuwait e Catar, sob o comando do novo líder supremo.
Os ataques ocorrem em meio a uma escalada de conflitos no Oriente Médio. O Exército israelense informou que atingiu um centro da Guarda Revolucionária no Irã, utilizado para operações com drones. O Ministério da Saúde do Líbano reportou quase 500 mortes desde o início da escalada.
Um ataque controverso atingiu uma escola na cidade de Minab, que anteriormente fazia parte de um complexo militar. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que o míssil que atingiu a escola pode ter sido disparado pelo Irã. Uma agência de notícias iraniana divulgou imagens de um míssil atingindo um prédio militar próximo à escola.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã declarou que o país não negociará enquanto estiver sob ataque. O governo israelense relatou que foguetes do Hezbollah e do Irã atingiram seu território, resultando em mortes.
O contra-ataque iraniano também incluiu mísseis direcionados a países vizinhos. No Bahrein, um drone atribuído ao Irã feriu civis e atingiu uma refinaria de petróleo. Em Abu Dhabi, destroços de um drone abatido feriram duas pessoas.
No Kuwait, o governo enterrou dois funcionários mortos em ataques recentes. O Catar divulgou imagens de mísseis e drones iranianos sendo interceptados. Um míssil iraniano foi abatido por forças da Otan no espaço aéreo da Turquia.
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, alertou o Irã sobre suas provocações, mas afirmou que a Turquia pretende se manter fora do conflito. A União Europeia manifestou disposição para ajudar na retomada das negociações para conter a situação.
Os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região, com a chegada de três bombardeiros B-52 à base britânica de Fairford. O presidente francês, Emmanuel Macron, visitou o porta-aviões Charles de Gaulle e afirmou que a Marinha francesa pode ajudar na escolta de navios no Estreito de Ormuz.
Em entrevista, Trump comentou sobre o bombardeio à escola no Irã, afirmando que o caso está sendo investigado. Especialistas indicam que apenas os Estados Unidos possuem mísseis Tomahawk no atual conflito.


