Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Irã fragilizado não interessa às monarquias do Golfo, afirma especialista
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Internacional

Irã fragilizado não interessa às monarquias do Golfo, afirma especialista

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 10:28
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um Irã fragilizado e fragmentado não seria benéfico para as monarquias do Golfo Pérsico, mesmo que estas vejam o atual regime iraniano como uma ameaça aos seus sistemas de governo. A análise é da especialista em Oriente Médio Luíza Cerioli, que questiona a ideia de que esses países desejariam a destruição do Irã.

“Eu não acredito que as monarquias do Golfo têm interesse de um Irã fragilizado”, afirma Cerioli. Ela destaca que, embora Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos mantenham posicionamentos mais críticos em relação ao Irã, outros países como Catar, Kuwait e Bahrein não desejam ver o país totalmente desestabilizado.

A especialista explica que um possível colapso do regime iraniano representaria uma fonte significativa de instabilidade para toda a região. “A possibilidade de que esse não vai ter um efeito, um spillover, não vai ter um reflexo na estabilidade regional é muito baixo”, alerta Cerioli.

Cerioli lembra que o próprio Conselho de Cooperação do Golfo foi criado durante a guerra Irã-Iraque, em resposta às preocupações com a estabilidade regional. As monarquias do Golfo têm desenvolvido economias cada vez mais dependentes do turismo e do mercado financeiro, setores que seriam gravemente afetados por uma crise regional.

Países como os Emirados Árabes Unidos e, mais recentemente, a Arábia Saudita, investem na diversificação econômica, afastando-se da dependência exclusiva do petróleo. Luíza ressalta que a questão religiosa é um fator complicador. “Existem maiorias xiitas no Iraque, na Arábia Saudita tem uma maioria xiita muito grande, exatamente na região onde tem maiores poças de petróleo”, conclui.

TAGGED:conflito no Oriente MédioConselho de Cooperação do GolfoGuerraLuíza CerioliOriente Médio
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Produtor Tay Keith Morre Aos 29 Anos nos EUA
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?