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Mãe denuncia agressão em creche após filho com TEA sofrer corte na boca

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

A mãe de um menino de cinco anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), registrou uma denúncia de agressão em uma creche municipal de Glicério, São Paulo, após seu filho sofrer um corte na boca. O incidente ocorreu no dia 27 de fevereiro e foi comunicado à polícia em 5 de março.

De acordo com o boletim de ocorrência, o menino estuda na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Joana Morelli da Cunha. A mãe relatou que, ao buscar a criança na creche, notou o corte e, ao questioná-lo, o menino afirmou que havia sido atingido por uma das professoras, apontando-a como suspeita.

““A professora havia passado a mão em seu rosto e que isso teria ocasionado o machucado”, disse a mãe aos policiais.”

A Secretaria Municipal de Educação, ao tomar conhecimento da denúncia, instaurou um procedimento administrativo interno para apurar os fatos. A mãe, após conversar com a funcionária da creche, que negou ter causado o corte, decidiu questionar novamente o filho.

No dia 4 de março, a mãe procurou o conselho tutelar, que se reuniu com a direção da escola e a professora. Durante a conversa, a professora admitiu que poderia ter machucado a boca da criança ao limpar secreção de seu rosto, mas afirmou que não foi intencional.

A mãe, preocupada com a omissão da creche em resolver a situação, registrou a ocorrência como lesão corporal, que agora está sendo investigada pela Polícia Civil.

“A Secretaria Municipal de Educação afirmou que todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas com responsabilidade e transparência.”

Além disso, a Secretaria ressaltou que situações dessa natureza são tratadas com seriedade e reafirmou seu compromisso com a proteção e o bem-estar das crianças atendidas na rede municipal.

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