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Neuralgia do trigêmeo: Lívia Andrade relata dor intensa e diagnóstico

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

A apresentadora Lívia Andrade, de 42 anos, revelou aos seguidores que foi diagnosticada com neuralgia do nervo trigêmeo após sofrer uma crise de dor intensa. Ela descreveu a experiência como ‘a pior dor que eu senti na minha vida’. Em seus stories no Instagram, a apresentadora detalhou: ‘Dói tudo ao mesmo tempo, cabeça, próximo ao olho, todos os dentes (de um lado), a mandíbula, ouvido, irradia pra garganta, um pedaço da língua e o céu da boca.’

A neuralgia do trigêmeo é uma condição caracterizada por dor crônica facial, afetando especificamente o nervo trigêmeo, responsável pela mastigação e sensibilidade. Essa condição é frequentemente referida como ‘pior dor do mundo’ e pode ser incapacitante, dificultando a realização de atividades profissionais e sociais.

De acordo com o Manual MSD, a causa da neuralgia do trigêmeo pode ser o posicionamento anormal de uma artéria que comprime o nervo, resultando em dor aguda na parte inferior da face. A dor pode afetar apenas um lado do rosto ou ambos. Em alguns casos, a condição pode ser consequência de lesões nervosas causadas pela esclerose múltipla ou, raramente, por tumores que comprimem o nervo.

Os sintomas da neuralgia do trigêmeo incluem episódios de dor intensa, que podem ser descritos como pulsadas ou em ‘pontadas’, semelhantes a choques elétricos. Os episódios podem ser desencadeados por toques no rosto e podem durar de segundos a vários minutos. Outros sintomas incluem espasmos faciais e dor nas regiões da mandíbula, dentes, gengivas ou lábios.

Fatores cotidianos podem atuar como gatilhos para a dor, como escovar os dentes, tocar o rosto, barbear-se, comer, conversar, passar maquiagem, sorrir, lavar o rosto ou sentir a brisa no rosto.

É fundamental procurar ajuda médica ao notar sintomas característicos da neuralgia do trigêmeo ou dor persistente ao tocar o rosto. O diagnóstico é realizado por meio de um exame neurológico, que inclui toque e avaliação dos sintomas, além de ressonância magnética para investigar possíveis causas, como esclerose múltipla ou tumores.

““É a pior dor que eu senti na minha vida”, disse Lívia Andrade.”

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