O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, foi escolhido em uma reunião da Assembleia dos Especialistas em Qom no dia 10 de março de 2026. A escolha ocorreu após um ataque israelense que resultou na morte de 49 figuras da cúpula iraniana, incluindo seu pai, Ali Khamenei.
Mojtaba Khamenei foi ferido em circunstâncias não reveladas, possivelmente durante o ataque que deu início à guerra, quando 50 aviões realizaram bombardeios sobre um complexo subterrâneo. O ataque foi descrito como devastador e resultou na eliminação de importantes líderes iranianos.
O novo líder, que perdeu sua família em decorrência do bombardeio, enfrenta um cenário de vingança e incerteza. Além das perdas pessoais, ele também ficou sem acesso a uma fortuna estimada em três bilhões de dólares, parte da qual estava em Londres.
Revelações sobre as atividades de Mojtaba Khamenei surgiram de interrogatórios de um amigo próximo, Saeed Emami, que foi acusado de assassinatos de dissidentes. Emami, que tinha ligações com o regime, acabou se suicidando na prisão, levantando questões sobre a segurança de aliados do novo líder.
Mojtaba Khamenei esteve em Londres em 1998 e 2018, e possuía propriedades avaliadas em 130 milhões de dólares na cidade, além de bens em Dubai e Frankfurt. Seus investimentos estavam sob suspeita e eram disfarçados por empresas de fachada.
O novo líder agora depende do apoio dos religiosos e dos chefes dos Guardiões da Revolução Islâmica. A situação política é instável, e a continuidade de Mojtaba no poder pode depender da aprovação dos Estados Unidos, conforme mencionado por Donald Trump.
Iranianos que apoiam o regime, estimados em 10% da população, realizaram protestos em Teerã e Isfahan. Vladimir Putin prometeu apoio ao novo líder, mas a situação permanece volátil, com a possibilidade de uma guerra prolongada.
A porta-voz de Trump indicou que a guerra poderia durar de quatro a seis semanas, enquanto um porta-voz dos Guardiões da Revolução afirmou que as Forças Armadas têm capacidade para uma guerra intensa por seis meses. A imprevisibilidade do cenário atual torna difícil prever o futuro do novo líder e do regime iraniano.


