O Ministério da Saúde do Líbano informou que 102 pessoas foram mortas em ataques israelenses. Os dados não fazem distinção entre civis e combatentes.
O Unicef afirmou na quarta-feira (4) que sete crianças foram mortas. Não houve relatos de mortes em Israel como resultado de ataques do Hezbollah.
Os bombardeios e avisos israelenses forçaram dezenas de milhares de libaneses a fugir de suas casas nos subúrbios do sul e no sul do país esta semana.
Os subúrbios do sul de Beirute, predominantemente muçulmanos xiitas, estão entre as áreas mais densamente povoadas da capital. Essa região foi bombardeada durante a guerra com o Hezbollah em 2024 e em um conflito anterior com Israel em 2006.
Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano. O regime iraniano iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas.
Na sequência, a mídia estatal iraniana anunciou que o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas dos ataques norte-americanos e israelenses. Após o anúncio, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que o país considera se vingar pelos ataques como um “direito e dever legítimo”. Em resposta, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã, afirmando que “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”.
As agressões entre as partes continuam. Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão prosseguir “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

