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Ônibus que tombou em Marabá Paulista deixou um trabalhador rural morto

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

Um acidente envolvendo um ônibus ocorreu na rodovia vicinal MBP-032, em Marabá Paulista (SP), na noite de segunda-feira (9), resultando na morte de um trabalhador rural.

O veículo tombou após o motorista perder o controle da direção em uma curva e atingir uma valeta de escoamento de água. O acidente foi registrado por volta das 19h20, conforme informações da empresa ACP Bioenergia, responsável pelo coletivo.

Na ocasião, chovia forte e a visibilidade do motorista estava comprometida. A empresa informou que o ônibus trafegava a 63 km/h no momento do acidente, segundo registros internos de telemetria.

Uma pessoa faleceu e duas ficaram hospitalizadas com quadro clínico estável, apresentando fraturas ósseas. Os demais ocupantes do ônibus foram atendidos e liberados. A ACP lamentou o ocorrido e está prestando suporte aos envolvidos e à família da vítima.

““Em decorrência deste infortúnio, uma pessoa veio a óbito e duas estão hospitalizadas com quadro clínico estável e indicação de tratamento para fratura óssea”, informou a ACP.”

O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP) confirmou que o ônibus possuía Autorização de Transporte Rural (ATR) e Certificado Anual de Inspeção Veicular, válido até 4 de novembro de 2026. O órgão ressaltou que a empresa está cadastrada no sistema ART Digital, permitindo o transporte de passageiros na categoria particular.

O DER-SP também destacou que veículos utilizados no transporte rural devem ter autorização, passar por inspeções técnicas e cumprir requisitos de segurança. A fiscalização é realizada pela Polícia Militar Rodoviária.

A vítima fatal foi identificada como Orlando Ferreira, de 57 anos. O corpo foi velado e sepultado em Teodoro Sampaio (SP) na terça-feira (10). A família expressou sua dor pela perda. Mônica Simoa, sobrinha de Orlando, comentou que ele era uma pessoa simpática e religiosa, que fará falta para todos.

““Fazia o que amava e fazia com excelência”, disse Mônica sobre o trabalho do tio como operador de máquinas na lavoura de cana-de-açúcar.”

O caso foi registrado como homicídio culposo e lesão corporal culposa na Delegacia Seccional da Polícia Civil de Presidente Venceslau.

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