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Economia

Países da AIE anunciam liberação de 400 milhões de barris de petróleo

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 12:55
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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Os países membros da Agência Internacional de Energia (AIE) decidiram, nesta quarta-feira (11), liberar 400 milhões de barris de petróleo no mercado global. Esta é a maior liberação de reservas emergenciais de petróleo da história e visa reforçar o fornecimento de petróleo bruto, além de conter a alta dos preços provocada pela guerra no Oriente Médio.

O diretor-executivo da AIE, Fatih Birol, afirmou: “Os países da AIE disponibilizarão 400 milhões de barris de petróleo ao mercado para compensar a perda de oferta devido ao fechamento do Estreito de Ormuz”. Ele acrescentou que a ação é importante para aliviar os impactos imediatos da interrupção nos mercados, mas enfatizou que a retomada do trânsito pelo Estreito de Ormuz é fundamental para o retorno a fluxos estáveis de petróleo e gás.

A ministra da Economia da Alemanha, Katherina Reiche, confirmou que o país participará da liberação, embora detalhes ainda precisem ser esclarecidos. Os Estados Unidos e o Japão serão os maiores contribuintes para essa liberação. O Japão, que planeja liberar cerca de 80 milhões de barris de suas reservas, é o país mais impactado pelo fechamento do Estreito de Ormuz, que representa cerca de 70% das suas importações de petróleo.

O ministro da Economia da Áustria, Wolfgang Hattmannsdorfer, também declarou que o país participará da liberação de petróleo das reservas estratégicas da AIE. Ele destacou que a Áustria está em contato próximo com os Estados-membros da AIE e apoiará a decisão de liberar as reservas.

A liberação de 400 milhões de barris supera os 182 milhões de barris que foram colocados no mercado em 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia. No entanto, a medida pode não ser suficiente, dependendo da duração da guerra e dos impactos diretos na navegação pelo Estreito de Ormuz, que é responsável por cerca de um quinto da produção global diária de petróleo.

Amrita Sen, fundadora da empresa de inteligência de mercado Energy Aspects, comentou que a liberação atual pode ser “insignificante” em comparação com os 15 milhões a 20 milhões de barris por dia que estão bloqueados no Estreito de Ormuz. Ela ressaltou que 400 milhões de barris “seriam absorvidos em 25 dias”, o que não compensa a perda de oferta.

Após o anúncio da AIE, os preços do petróleo não tiveram impacto direto. Por volta das 12h50, o petróleo Brent Futuros de maio de 2026 subia mais de 4%, para cerca de US$ 91,90 o barril, enquanto o WTI Futuros de abril de 2026 também tinha alta de mais de 4%, sendo negociado em torno de US$ 87,40 o barril.

Francesco Pesole, estrategista do banco holandês ING, analisou que a liberação das reservas é uma medida temporária e que somente a desescalada militar pode levar a uma queda sustentável do preço do petróleo bruto. As perspectivas de reabertura do Estreito de Ormuz parecem distantes, com o Irã instalando minas na via, segundo fontes de inteligência americana.

O Irã afirmou que lançou a “operação mais intensa e pesada” desde o início da guerra, enquanto Israel anunciou novos ataques contra Teerã. Nesta quarta-feira (11), três embarcações foram atingidas por projéteis desconhecidos perto do Estreito de Ormuz, segundo a agência marítima do Reino Unido.

TAGGED:Agência Internacional de EnergiaEnergy AspectsEstreito de OrmuzFatih BirolGuerra Oriente MédioINGKatherina ReicheMacroeconomiaPetróleoWolfgang Hattmannsdorfer
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