O Palmeiras fechou o ano de 2025 com resultados financeiros recordes. O balanço financeiro, divulgado nesta quarta-feira (4), revelou uma arrecadação de R$ 1,8 bilhão, além de um superávit acumulado de R$ 292 milhões.
Esse superávit superou o de 2024, que foi de R$ 198,2 milhões. As receitas do clube também ficaram acima das projeções, que esperavam um superávit de R$ 12,4 milhões. Somente em dezembro, a arrecadação líquida foi de R$ 164 milhões, resultando em um saldo positivo de R$ 9,5 milhões.
Do total arrecadado, R$ 1,6 bilhão corresponde à parte operacional do clube, enquanto o restante provém de receitas financeiras. Em 2024, o Palmeiras havia arrecadado R$ 1,4 bilhão, que era o recorde anterior.
O balanço detalhou as fontes de arrecadação do Palmeiras na temporada: R$ 318,9 milhões em premiações, R$ 203,3 milhões em patrocínios, R$ 180 milhões em direitos de transmissão, R$ 73,6 milhões de sócio-torcedor e R$ 67,2 milhões em jogos.
Para 2026, o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras aprovou um orçamento que prevê uma arrecadação superior a R$ 1 bilhão, com uma receita estimada em R$ 1,2 bilhão. O planejamento anterior previa uma arrecadação de R$ 1,038 bilhão, meta que já foi superada.
O clube tem oito fontes de arrecadação, sendo a maior delas a negociação de atletas, que representa 32% da receita. O Palmeiras espera arrecadar R$ 399,6 milhões com vendas de jogadores, R$ 296,5 milhões com patrocínios e R$ 185,6 milhões com direitos de transmissão de TV.
O primeiro passo para atingir a previsão de arrecadação pode começar nesta quarta-feira (4), quando o clube disputa o jogo de ida das finais do Paulistão contra o Novorizontino. O campeão do torneio deve levar R$ 5 milhões, valor ainda não confirmado pela Federação Paulista de Futebol, enquanto o vice pode receber R$ 1,6 milhão.

