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Ciência

Pesquisa brasileira sequencia 750 DNAs de Angola para medicina e ancestralidade

Amanda Rocha
Última atualização: 8 de março de 2026 06:00
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) vai sequenciar 750 amostras de DNA coletadas em Angola. O projeto, que faz parte de uma iniciativa internacional envolvendo nove países africanos, tem como objetivo aumentar a representatividade das populações africanas em bancos de dados genéticos globais.

A pesquisa, chamada AGenDA (Avaliando a Diversidade Genética na África), busca mapear grupos pouco estudados e ampliar o conhecimento sobre a diversidade genética humana. Além disso, pretende contribuir para o desenvolvimento da medicina de precisão e para a compreensão da ancestralidade global, incluindo a brasileira.

O sequenciamento de DNA permite ler as informações genéticas de um organismo, revelando detalhes sobre saúde e ancestralidade. Os pesquisadores esperam ajudar a reparar a sub-representatividade africana em bancos de DNA e desenvolver tratamentos de saúde mais personalizados.

““A gente sabe que a espécie humana surgiu na África e, por isso, é nas populações africanas que se concentram a maior diversidade do Homo sapiens”, disse Iscia Lopes-Cendes, professora da Unicamp.”

O projeto AGenDA é uma continuidade da iniciativa Human Heredity and Health in Africa (H3Africa), que já revelou 3 milhões de variantes genéticas desconhecidas na região do Níger-Congo. A nova fase busca incluir populações que ficaram de fora, como grupos afro-asiáticos e caçadores-coletores do sul do continente.

Um dos principais impactos do projeto está relacionado à medicina de precisão, que adapta diagnósticos e tratamentos ao perfil de cada pessoa. Essa abordagem se baseia em informações genéticas e biológicas do paciente, permitindo tratamentos mais eficazes.

““O tratamento que foi criado para o câncer de mama foi testado em indivíduos, provavelmente, de ascendência europeia. Eu, como africana, a minha variante possivelmente é diferente”, explicou Nkembi Matilde Miguel Ferraz, médica geneticista e uma das autoras do estudo.”

A pesquisa também tem implicações para a ancestralidade do Brasil e das Américas, uma vez que uma grande parcela de africanos escravizados veio de Angola. O conhecimento sobre os genomas africanos pode impactar estudos que tentam desvendar a ancestralidade brasileira.

O projeto é liderado por pesquisadores africanos e abrange populações de vários países, incluindo República Democrática do Congo, Ilhas Maurício, Quênia, Líbia, Ruanda, Tunísia, Zimbábue e África do Sul. A coleta das amostras foi realizada após um esforço para explicar a relevância do estudo para as populações locais.

Atualmente, o trabalho na Unicamp aguarda fontes de financiamento para dar continuidade ao sequenciamento genético e à análise dos dados. Após a conclusão, as amostras retornarão a Angola, onde será criado o primeiro banco de genoma do país.

““Não queremos repetir isso agora com os nossos colaboradores africanos. Então, assim, eles mandam as amostras, nós fazemos nosso trabalho e isso volta para a África”, afirmou Iscia Lopes-Cendes.”

TAGGED:ancestralidadeAngoladiversidade genéticagenéticaHuman Heredity and Health in Africa (H3Africa)Iscia Lopes-Cendesmedicina de precisãoNkembi Matilde Miguel FerrazPesquisa científicaUniversidade Estadual de Campinas (Unicamp)
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