A pesquisa Ipsos-Ipec, divulgada nesta terça-feira (10), revela que 40% dos brasileiros avaliam o governo do presidente Lula (PT) como ruim ou péssimo, enquanto 33% o consideram ótimo ou bom.
Os dados mostram que a avaliação negativa do governo permanece estável em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro, quando 40% também o avaliaram de forma negativa. A avaliação positiva, por sua vez, subiu de 30% para 33%.
Os números detalhados da pesquisa são os seguintes: 40% consideram o governo ruim ou péssimo (mesmo percentual de dezembro e 38% em setembro); 24% o avaliam como regular (29% em dezembro e 31% em setembro); 33% o veem como bom ou ótimo (30% em dezembro e setembro); e 3% não souberam ou não responderam (2% em dezembro e 1% em setembro).
O levantamento ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de março em 131 cidades do Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
Sobre a maneira como Lula administra o país, 51% desaprovam seu trabalho, enquanto 43% aprovam. Aqueles que não souberam ou não responderam somam 6% dos entrevistados.
Os números sobre a administração são: 43% aprovam (42% em dezembro e 44% em setembro); 51% desaprovam (52% em dezembro e 51% em setembro); e 6% não sabem ou não responderam (6% em dezembro e 5% em setembro).
A pesquisa também abordou a confiança dos eleitores no presidente. O resultado mostra que 56% afirmam não confiar em Lula, percentual que se mantém desde setembro. Por outro lado, 40% disseram confiar, mesmo número registrado em dezembro.
Os dados sobre confiança são: 40% confiam (40% em dezembro e 41% em setembro); 56% não confiam (56% em dezembro e setembro); e 4% não sabem ou não responderam (4% em dezembro e 3% em setembro).
Além disso, 43% dos entrevistados acreditam que o governo de Lula está pior do que o esperado, 28% consideram que está igual e 25% afirmam que está melhor.
Os números sobre a percepção do governo são: 25% acham que está melhor (24% em dezembro e setembro); 28% acreditam que está igual (31% em dezembro e 30% em setembro); 43% consideram que está pior (43% em dezembro e 44% em setembro); e 3% não sabem ou não responderam (2% em dezembro e 3% em setembro).
*Reportagem em atualização


