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Comportamento

Pesquisa revela que maioria dos brasileiros não distingue produtos falsificados

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 16:59
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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Um levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas revelou que a maioria dos brasileiros não consegue diferenciar produtos falsificados dos originais durante a compra. A pesquisa, realizada entre os dias 2 e 8 de fevereiro, apontou que 56,2% dos entrevistados afirmaram não conseguir fazer essa distinção, enquanto 43,8% disseram que conseguem.

Quando questionados se já foram enganados ao comprar produtos, 76,8% dos participantes responderam que sim. A pesquisa também mostrou que 64,4% dos brasileiros consideram inaceitável a venda de produtos falsificados como se fossem originais. Por outro lado, 20,7% acreditam que a aceitação depende do objeto, e 13,2% não se importam, desde que o preço seja baixo.

A pesquisa foi realizada em 162 cidades, abrangendo os 26 estados e o Distrito Federal, com uma confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. A faixa etária de 16 a 24 anos se mostrou a menos preocupada com a procedência dos produtos, com 20,5% afirmando que não há problema desde que o valor seja baixo. Em contraste, apenas 7,8% dos entrevistados com 60 anos ou mais não veem problema na condição do produto, desde que seja mais econômico.

Para aqueles que afirmaram conseguir distinguir produtos falsos de verdadeiros, 32% disseram que consultam a procedência do vendedor. Outros 23,4% pesquisam a marca ou produto na internet, 22% consultam o código ou selo de autenticidade, 14,2% utilizam o preço como critério e 4,6% observam a qualidade ou embalagem.

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Os entrevistados também expressaram a crença de que a comercialização de produtos falsificados está diretamente ligada à expansão do crime organizado, com 82,2% concordando com essa afirmação. Apenas 16,4% não acreditam nessa relação. Entre os participantes com 60 anos ou mais, 88,3% acreditam na ligação entre pirataria e crime organizado, enquanto 72% dos mais jovens, entre 16 e 24 anos, também afirmaram essa conexão.

TAGGED:Paraná PesquisaspesquisaPirataria
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