Pesquisa Quaest: 56% dos brasileiros já definiram voto para presidente

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (17), indica que 56% dos brasileiros já definiram seu voto para presidente. Por outro lado, 43% afirmam que ainda podem mudar de candidato.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa questionou os entrevistados sobre a definição do voto para o primeiro turno. Mais de 60% dos que afirmam votar em Lula (PT) e em Flávio Bolsonaro (PL) disseram que a escolha é definitiva.

Entre as mulheres, 49% afirmam que a escolha é definitiva, enquanto 49% dizem que ainda podem mudar. Entre os homens, 62% afirmam que o voto está definido, e 37% que ainda podem mudar.

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Os números gerais mostram que 56% já definiram o voto, 43% ainda podem mudar e 1% não soube ou não respondeu.

Para os eleitores de Lula, 67% afirmam que o voto está definido, enquanto 31% dizem que podem mudar e 2% não souberam ou não responderam.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 63% afirmam que a escolha está definida, 36% que podem mudar e 1% não souberam ou não responderam.

A pesquisa também analisou o grau de definição do voto para Ratinho Jr. (PSD), onde 41% dizem que o voto está definido e 56% afirmam que podem mudar. Para Romeu Zema (Novo-MG), 33% afirmam que a escolha está definida e 67% podem mudar.

Entre os que pretendem votar em branco, anular ou não votar, 39% dizem que a decisão está definida, enquanto 60% afirmam que podem mudar.

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Por regiões, no Nordeste, 64% afirmam que a escolha é definitiva; no Sudeste, 51%; no Sul, 55%; e no Centro-Oeste/Norte, 53%. Entre as mulheres, 49% afirmam que a escolha é definitiva e entre os homens, 62%.

Em relação à faixa etária, 47% dos jovens de 16 a 34 anos afirmam que a escolha é definitiva, enquanto 59% dos entrevistados de 35 a 59 anos e 59% dos maiores de 60 anos também afirmam que o voto está definido.

Por escolaridade, 57% dos que têm ensino fundamental afirmam que a escolha é definitiva, 55% dos que têm ensino médio e 51% dos que têm ensino superior. Em relação à renda familiar, 60% dos que têm até 2 salários mínimos afirmam que a escolha é definitiva.

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